biblia.com.br

O que a Bíblia diz sobre a paciência?

bíblia

11 de abril de 2012

Paciência é um fruto do Espírito e pode ser desenvolvida e aperfeiçoada através de nosso relacionamento com Deus.

Paciência é um fruto do Espírito (Gálatas 5:22). O termo “longânimo” também pode ser definido por extensão de significado como paciência e resignação com que se suportam adversidades, malogros, dificuldades etc. Portanto, as tribulações e contrariedades que enfrentamos podem contribuir para que desenvolvamos a paciência, não pela adversidade em si mesma, mas por buscarmos a ajuda divina para nos consolar, orientar e fortalecer a nossa fé. A Bíblia diz em Romanos 5:3: “E não somente isso, mas também gloriemo-nos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a perseverança.” Tiago escreveu: “Sabendo que a provação da vossa fé produz a perseverança; e a perseverança tenha a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma” (Tiago  1:3-4).

A nossa paciência depende da qualidade da nossa relação pessoal com Deus. Em Apocalipse 14:12 a Bíblia diz: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”

As Escrituras Sagradas nos ensinam que os cristãos devem ser pacientes uns com os outros: “Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor” (Efésios 4:2). Aqueles que são pacientes herdarão o que lhes foi prometido. A Bíblia diz em Hebreus 6:12: “Para que não vos torneis indolentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas.”

O cristão genuíno também espera com paciência pela vinda do Senhor Jesus: “Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima” (Tiago 5:7-8).

Equipe Biblia.com.br

O que a Bíblia diz sobre a religião?
O que preciso saber sobre o adultério (parte 2)