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Os querubins no templo e adoração de imagens

1 de fevereiro de 2017

Esse santuário era uma “parábola” (Hebreus 9:9), uma “sombra das coisas celestes” (Hebreus 8:5), isto é, apontava para o sacrifício substitutivo de Cristo no calvário e seu trabalho como mediador no santuário celestial (Hebreus 8:1-2; 9:23; 4:16).

Deus ordenou Moisés que construísse um santuário para que Ele habitasse no meio de Seu povo (Êxodo 25:8). O próprio Deus deu as instruções para a edificação do santuário (cf. Êxodo 25 – 31; 35 – 40). Deus disse a Moisés: “Vê, pois, que tudo faças segundo o modelo que te foi mostrado no monte” (Êxodo 25:40; 26:30; Hebreus 8:5).

O lugar santíssimo do tabernáculo terrestre era uma pálida representação da realidade do trono de Deus no santuário celestial (Apocalipse 11:19; Isaías 6:1-3). Além de Deus ordenar que fossem feitos dois querubins de ouro para o santíssimo (Êxodo 25:18-24), Ele também orientou que fossem feitas dez cortinas de linho com querubins (Êxodo 26:1; 36:8).

Esse santuário era uma “parábola” (Hebreus 9:9), uma “sombra das coisas celestes” (Hebreus 8:5), isto é, apontava para o sacrifício substitutivo de Cristo no calvário e seu trabalho como mediador no santuário celestial (Hebreus 8:1-2; 9:23; 4:16). O santuário terrestre, tanto o mosaico quanto o de Salomão cumpria como essa “parábola” e “sombra das coisas celestes”. Quando Cristo morreu o véu do templo se rasgou, e isso evidencia a transitoriedade dos ritos no templo terrestre e aponta para a nova aliança no santuário celestial onde Cristo assentou a destra do Pai (Hebreus 8:1-2; 6, 10).

Deus se manifestava no tabernáculo terrestre e se manifestou diversas vezes no templo de Salomão. Alguns argumentam que os querubins esculpidos de ouro no santíssimo e os querubins nos véus do santuário são “fundamentos” bíblicos para o culto aos santos através de imagens de escultura. Note que o contexto do santuário não permite tal abominação, e Deus jamais entraria em contradição com Sua lei que diz:

“Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos” (Êxodo 20:4-6).

Portanto, entendemos que o santuário era uma representação do trono de Deus no santuário celestial com propósito de ilustrar o plano da salvação que apontava para a morte substitutiva de Cristo e Seu ministério sacerdotal no santuário celestial.

Equipe Biblia.com.br

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