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a b c d e f g h i j l m n o p q r s t u v x z

O que representavam as 10 pragas do Egito e quais são os deuses que estão relacionados com elas?

Uma das histórias mais espetaculares de toda a Bíblia e que chama a atenção de cristãos e não cristãos é a narrativa das 10 pragas derramadas pelo Senhor sobre o Egito, e a maneira incrível que o Êxodo aconteceu.

Estas terríveis pragas tinham por objetivo conduzir Faraó ao arrependimento e revelar que Yhaweh é o único verdadeiro Deus, o  Rei soberano no universo. Faraó, era o título dado ao rei do Egito, e ele se auto intitulava “filho de Rá”, como um deus. Além do deus falso Rá, os egípcios criam em um panteão de outros deuses que eram tidos como os responsáveis pela vida, fertilidade, imortalidade, etc. Sendo que os israelitas foram reduzidos à escravidão por muitos anos, os egípcios, por meio do seu contato com eles, tiveram uma oportunidade de conhecer sobre o verdadeiro Deus. As orações dos israelitas, que clamavam por libertação da opressão, haviam ascendido aos céus, e Yahweh os ouviu. Moisés e Arão eram irmãos, e foram enviados por Deus para anunciar os juízos iminentes que cairiam sobre o Egito caso Faraó e seus oficiais não permitissem que os hebreus saíssem para adorar o Senhor no deserto.

O objetivo das 10 pragas era revelar a grandeza, poder e soberania de Yahweh como único e verdadeiro Deus, em contraste com as falsas deidades egípcias. Faraó devia reconhecer e confessar que o Deus dos hebreus era supremo e que o Seu poder estava acima do rei do Egito e da nação que ele governava (Êxodo 9:16; 1 Samuel 4:8). As pragas foram juízos contra os egípcios, seus deuses e sua falsa religião (Êxodo 12:12). Como foi que isso aconteceu? Por que águas se transformaram em sangue? Por que pragas como infestações de rãs, piolhos e moscas aconteceram? Por que houve pestes no rebanho, feridas malignas nos egípcios, chuva de pedras, infestação de gafanhotos, escuridão e morte dos primogênitos? Existe algum significado para tudo isso?

1) Água em sangue (Êxodo 7:14-24)

Cada uma das dez pragas foi dolorosamente literal e dirigida contra algum aspecto da religião falsa. A primeira praga, a transformação do Nilo e de todas as águas do Egito em sangue, foi uma ofensa ao deus Nilo (personificação de Hápi), que se acreditava ser o deus da fertilidade. Tal praga resultou na morte de peixes e, portanto, um duro golpe contra a religião egípcia que venerava algumas espécies de peixes (Êxodo 7:19-21).

2) Rãs (Êxodo 8:2-14)

As rãs eram animais sagrados para os egípcios. Um de seus ídolos, a deusa Heqet tinha cabeça de rã, e que se supunha ter poder criador. Embora o principal propósito desta praga fosse punir os opressores de Israel, também atrairia desprezo por seus muitos deuses pagãos. A grande multiplicação de rãs fez com que a deusa Heqet parecesse maligna. Ela atormentou o povo que lhe era tão devoto. As superstições dos egípcios os obrigaram a respeitar as criaturas que a praga lhes fez odiar, e que, se não fossem deidades, teriam destruído (Êxodo 8:2-14).

3) Piolhos (Êxodo 8:16-19)

Na terceira praga Arão estendeu a mão com o seu bordão e feriu o pó da terra que se tornou em piolhos que infestaram nos homens e no gado e por toda a terra do Egito. Os magos egípcios tentaram reproduzir tal feito, mas reconheceram a sua impotência e disseram: “Isto é dedo de Deus” (Êxodo 8:19). Atribuía-se ao deus Tot a criação do conhecimento, da sabedoria, da arte e da magia, mas nem mesmo esta divindade pôde ajudar os magos a imitar a terceira praga. Este foi mais um golpe contra a falsa religião do Egito.

4) Moscas (Êxodo 8:20-32)

Novamente foi dada a chance para que faraó reconhecesse o Deus verdadeiro e se arrependesse, deixando os hebreus partirem para servirem ao Senhor. A quarta praga consistia em enxames de moscas que infestariam todo o Egito. Um novo elemento é introduzido a partir dessa praga – a distinção entre os Egípcios e os adoradores do verdadeiro Deus (Êxodo 8:22). Enquanto as casas dos egípcios eram infestadas pelos enxames de moscas, os israelitas na terra de Gósen não foram atingidos (Êxodo 8:23, 24). Mais uma vez a falsa religião egípcia é derrotada. A separação entre israelitas e egípcios constituía uma evidência adicional do caráter miraculoso dos juízos divinos, planejados de modo a impressionar as pessoas de que Deus não era uma deidade local ou mesmo nacional, mas que possuía um poder que se estendia a todos os povos. Os egípcios, que estudavam o curso dos eventos durante essas semanas ou meses fatídicos, devem ter reconhecido a autoridade suprema do Deus de Israel sobre o Egito, bem como sobre os próprios hebreus.

5) Peste sobre bois e vacas (Êxodo 9:1-7)

Foi anunciado com antecipação o dia em que o juízo divino cairia sobre o rebanho egípcio, em forma de pestilência sobre os animais.  Novamente há uma linha de separação entre os hebreus e os egípcios. Do rebanho de Israel nenhum animal foi atingido, enquanto que todo o rebanho dos egípcios morreu (Êxodo 9:6, 7). Esta praga certamente atingiu a crença em divindades muito populares no Egito Antigo: Ápis (deus sagrado de Mênfis, da fertilidade dos rebanhos); Hator (deusa-vaca, deusa celestial); Nut (algumas vezes representada como uma vaca). (Êxodo 9:1-7).

6) Feridas sobre os egípcios (Êxodo 9:8-12)

Até aqui os magos egípcios estiveram presentes quando os milagres eram realizados, embora tivessem falhado algumas vezes em produzir sua contrafação. Nesta ocasião a praga caiu sobre eles com tamanha severidade que não podiam continuar com o rei. Em vez disso, fugiram para suas casas, em busca de proteção e tratamento. Novamente houve clara distinção entre os egípcios e os hebreus. Nenhum poder mágico ou sobrenatural pôde protegê-los.

7) Chuva de pedras (Êxodo 9:13-35)

Foi fixado o tempo para o começo da praga (chuva de pedras), que deveria cair sobre o Egito no dia seguinte, caso o faraó não se arrependesse e não deixasse sair os hebreus.  Este tempo testificaria ao rei que Yahweh é Senhor da Terra e dos céus, e que as forças da natureza e todos os objetos da idolatria egípcia eram criaturas de Seu poder sujeitas à Sua vontade. Esses elementos, considerados pelos egípcios como seus deuses, longe de serem capazes de ajudá-los, estavam sob o controle do Deus de seus inimigos, e Ele os usaria como instrumentos para punir aqueles que os adoravam. Como Deus se aborrece com a idolatria! Mesmo em meio ao castigo Deus mostrou misericórdia, advertindo os egípcios de seu destino iminente e avisando-lhes que protegessem a si mesmos e suas propriedades. Se o faraó e seus servos tivessem aceitado o aviso dado de maneira tão misericordiosa, a vida de homens e de animais teria sido poupada. Mas o aviso não foi considerado, e houve grandes perdas. O verso 20 insinua que havia egípcios que tinham aprendido a temer a Deus, talvez ainda não O conhecessem como o único Deus verdadeiro, mas apenas como Alguém a quem convinha respeitar. A forte saraivada envergonhou os deuses considerados como tendo controle sobre os elementos naturais; por exemplo, Íris – deus da água e Osíris – deus de fogo.

8) Gafanhotos (Êxodo 10:1-20)

A praga dos gafanhotos destruiu toda a vegetação que havia sobrado da devastadora chuva de pedras e demonstrou que Yahweh tinha controle absoluto sobre todos os elementos da natureza. O juízo divino era mais uma demonstração de que a crença egípcia em deuses que, se supunha, garantiam abundante colheita, eram falsos. Deus encheu o ar e a terra de gafanhotos e os deuses egípcios (Xu – deus do ar e Sebeque – deus-inseto) não puderam fazer nada para impedir (Êxodo 10:12-15).

9) Escuridão total (Êxodo 10:21-23)

O Egito ficou em uma escuridão tão densa que não era possível enxergar as pessoas e se estendeu por 3 dias. Mas na casa dos hebreus havia luz (Êxodo 10:23). Como as pragas anteriores, essa desferiu um forte golpe nos deuses egípcios. O deus-sol tinha sido o principal no Egito por séculos, e todo rei chamava a si mesmo de “filho de Rá”. Na época de Moisés, esse deus era identificado com Amon e tinha o nome de Amon-Rá. Os maiores templos que o mundo já viu foram construídos em sua honra, e um deles, o grande templo em Karnak, no alto Egito, é ainda magnificente, mesmo em ruínas. Outro deus era o disco sol Aton, que poucas décadas depois do Êxodo tornou-se o deus supremo do sistema religioso egípcio. Por ocasião da nona praga, a completa impotência desses deuses estava demonstrada claramente aos seus adoradores.

10) Morte de todos os primogênitos (Êxodo 11-12)

Este golpe cairia sobre os primogênitos dos homens e dos animais. Deus não desejava exterminar os egípcios e seu gado, mas apenas convencê-los de que a oposição ao Seu propósito para Israel não seria mais tolerada. A morte dos primogênitos causou o maior vexame para a religião do Egito. “Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o SENHOR” (Êxodo 12:12). Os governantes do Egito chamavam a si mesmos de “filhos de Rá”, e se autoproclamavam divinos. A morte dos primogênitos foi uma grande humilhação. Certamente pressionado pela demanda popular, faraó enviou seus principais oficiais, ainda enquanto era noite, para chamar os odiados líderes hebreus, aos quais havia dito nunca mais vê-los (Êxodo 12:31). A rendição de faraó foi completa. Ele não apenas ordenou que deixassem o país e levassem tudo o que possuíam, como também pediu algo que os dois irmãos não poderiam imaginar: “Levai também convosco vossas ovelhas e vosso gado, como tendes dito; ide-vos embora e abençoai-me também a mim” (Êxodo 12:32).

Se as palavras de Moisés e Arão tinham trazido maldição, deve ter suposto que poderia ser que trouxessem bênção. Não se sabe como seu pedido foi recebido, mas o fato de ter sido feito é um forte indício de quão subjugado estava seu orgulho.

O Êxodo foi a libertação da escravidão do povo hebreu do domínio egípcio. Este evento é uma prefiguração que aponta para uma libertação muito maior realizada por Jesus Cristo – a libertação do pecado. Da mesma maneira como Deus conduziu Seu povo no passado, “com mão forte”, Ele também deseja nos conduzir à Canaã celestial. Por isso devemos caminhar humildemente com Deus, hoje, e todos os dias, e quando Cristo voltar, estaremos com Ele por toda a eternidade!

Equipe Biblia.com.br

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Bibliografia:

Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia: Tatuí, Casa Publicadora Brasileira.

Arquivos da Escola Bíblica da Rede Novo Tempo de Comunicação.

 

  • António Lopes de Moura disse:

    Graças a Deus por ter encontrado este site, tenho muitos livros mas em nenhum encontrei uma informação completa como essa.
    Que Deus lhe abençoa grandemente e lhe confira saúde, prosperidade e muitos anos de vida para poder levar a muitos o conhecimento da palavra de Deus.
    Por favor, se possivel, gostaria de receber em PDF o Estudo Completo do Apocalipse.
    Muito obrigado que o Nosso Deus lhe abençoa.
    António Moura.

  • vera monteiro disse:

    Parabéns,tirei muitas duvidas que tinha.

  • egle de oliveira disse:

    Boa tarde!

    Sobre a morte dos egipcios, fico pensando….Se Deus quer vida, porquê essas mortes? Mesmo em eles serem opressores, não podiam ter uma segunda chance? Aí está minha dúvida.

    tt.Egle de Oliveira

    • debora disse:

      Paz, Egle!

      Deus é amor, justiça e misericórdia. Jamais tem prazer na morte de alguém, antes deseja que todos se arrependam.
      “Teria eu algum prazer na morte do ímpio?, palavra do Soberano Senhor. Pelo contrário, acaso não me agrada vê-lo desviar-se dos seus caminhos e viver?” Ezequiel 18:23
      “O Senhor é misericordioso e compassivo, paciente e transbordante de amor.” Salmos 145:8

      Através das pragas, Deus deu oportunidade aos egípcios de conhecerem a misericórdia e o amor de Deus. Foram no mínimo 10 chances.
      Se eles se voltassem para o Senhor e não perseguissem ao povo não teriam morrido.
      Perceba que as pragas vieram por causa da desobediência de Faraó, mas quem acompanhou os israelitas foi salvo.

      A Bíblia diz que uma grande multidão de estrangeiros acompanharam o povo de Israel ao saírem do Egito:
      “Grande multidão de estrangeiros de todo tipo seguiu com eles, além de grandes rebanhos, tanto de bois como de ovelhas e cabras.” Êxodo 12:38

      Deus seja contínuo em revelar-se a você!

  • Carlos Eduardo Schmidt disse:

    Muito bom. E vejo que o mais importante é a divulgação da poderosa Palavra de Deus para que alcance o maior números de pessoas para poderem ser salvas em Nome do Senhor Jesus Cristo.

  • joao luis disse:

    Obtive respostas para as minhas perguntas. muito obrigado…

  • Amelia Aparecida Oliva Rodrigues Costa disse:

    Maravilhosa explicação…Eu tinha lido sobre algumas mas não lembrava de todas….

    obrigada.

  • Maria Teresa Geronimo disse:

    Não imaginava que as dez pragas tivesse algum significado, tomei conhecimento agora ao assistir a novela Os Dez Mandamentos que a Rede Record está exibindo e procurei saber mais detalhes na internet,aí encontrei vocês. Foi muito esclarecedor,e meu coração se orgulhou ( isso mesmo,tive orgulho) muito por eu servir a esse Deus poderosíssimo de Israel.Infelizmente,acho que as igrejas em geral carece muito de conhecimento exato das coisas de Deus para poder passar para os seus membros. mas tudo bem, Perfeito só o Senhor Deus, mesmo, criador do céu e da terra e de tudo que neles há.

  • Presbitero Douglas P.O. disse:

    Maravilhoso
    Parabens

  • suellen disse:

    Nossa muito bom msm, saber que com a medida que eles atingiam os hebreus eles eram atingidos esse estudo é muito claro e muito profundo desde já grata.

  • christiane cunha disse:

    Amo esse Deus,ele fantástico,maravilhoso,glorioso,poderoso,bom,amigo,socorro,fiel,tem no controle tudo.Fico maravilhada com tanta gloria e humildade,não me vejo sem ele,sem seu amor e proteção.Sem sua amizade….nem morta mesmo;!!se eu tivesse mais vidas eu daria a ele.Sou muito feliz ☺

  • Neto disse:

    Fico comovido com o amor do Deus de vocês.

  • João Batista dos Santos disse:

    Gostei do esclarecimento,e acho que devemos seguir a risca o que DEUS QUER, só temos a ganhar com os ensinamentos dele.

  • Ricardo Freitas disse:

    Bom dia, amados!
    Está claro que a pretensão de Deus não era apenas tirar o seu povo do Egito mas, também fazer ser conhecido o seu nome através do seu poder e também mostrar que não existe outros deuses e assim apenas um o Deus de tudo e todos.
    Com cada praga lançada,Deus mostrava que não existia tal deus para poder resolver o problema resultante daquela praga e pouco a pouco mostrar ao povo egípcio que Ele era e é o Deus.
    Praga após praga Deus desmontava tudo aquilo que faraó dizia-se ser através de seus deuses.
    O trabalho da mão de Deus foi magnífico, imaginem…
    Naquele momento se Moisés tivesse apenas dito para faraó que deixasse o seu povo ir e ele tivesse concordado!?
    Com toda certeza esses feitos não seriam falados após milênios e o nome do Senhor não seria engrandecido esses feitos não existiriam.
    Contudo, Deus não queria apenas quebrantar os egípcios mas também o seu povo que também depois de tanta demonstração de poder ainda duvidava d’Ele.
    Bom… esse é o meu ponto de vista e gostei muito dos esclarecimentos a respeito das dez pragas e seu sentido sobre os falsos deuses.
    Fiquem na paz e Deus os abençoe.

  • sandra disse:

    Estudo perspicaz das Escrituras é um livro das Testemunhas de Jeová de onde saiu grande parte desse texto.Creio que o senhor esqueceu de citar.

    • debora disse:

      Agradecemos por nos escrever Sandra.
      A fonte foi citada. Quem estiver interesse em conhecer mais irá pesquisar sobre ela.
      Paz!

  • Eleida Lúcia disse:

    Muito bom, esclarecedor

  • BENEDITA DO CARMO DOS SANTOS disse:

    gostei muito do esclarecimento sobre as dez pragas

  • Abel Fernandes disse:

    Que legal neh? Usam a publicação ‘Eatudo Perpspicaz das Ecscrituras’ que é da organização “Associação Cristã das Testemunhas de Jeová” e montam um site usando-a quase no site todo sem dar o devido dar valor aos editores.

    • debora disse:

      Paz, Abel!
      Ao fnal do texto é informada a fonte: enciclopédia “Estudo Perspicaz das Escrituras”.

  • Marco disse:

    Deus é o Único Senhor e Rei, não há quem se compare. Não é a única passagem que Deus desmascara falsos deuses. Temos como outro exemplo os profetas de baal gritando e se ferindo em favor de uma crença que Deus mostrou não ser Verdadeira, tanto que Elias ironizou a insistência dos sacerdotes de baal dizendo: Grite mais alto, talvez ele este dormindo ou mesmo ocupado em outra cousa.

    Jesus é ÚNICO Senhor e Deus e AGINDO ELE QUEM IMPEDIRÁ.

  • Adanastor disse:

    Eu só nao entendo… A questao do livre árbitrio é real, se levarmos em conta que Deus ataca diretamente a crença de um povo, e nao o povo em si? Pois eles mereciam sim puniçao, mas tambem mereciam serem respeitados pelo qe acreditavam. Qual entao é a diferença entre Deus e os portugueses qe aqui chegaram e mataram o povo nativo por diferença cultural? A tolerância é uma das virtudes mais escassas de nosso tempo. Pensei qe nosso Deus era bom. E nao imparcial…

  • alessandro disse:

    Eu gostei muito dessa pagina porque pode nos ensinarbmuitas coisa sobre o egito
    E é sempre bom saber como o povo antigo sofreu antigamente!

  • Johrdan disse:

    Deus endurecia o coração de farao para continuar a madar as pragas ate humilhar todos os deuses egipcios. Deus, não humilhou sò no egito, mas em o,tras cidades tambem. Ex:dagom, baal,nabu, a rainha do ceu.etc deutoromonio 32:17, deuses são demonios.

  • jeferson antonio disse:

    bem feito pro faraó quem manda ser tão teimoso e não obedecer as ordem de deus

  • Estudos valiosos, com interpretações bíblicas convincentes, que alargam e/ou consolidam a soberania do Senhor Deus-Criador. Não vamos parar de buscar mais e mais conhecimentos das diuturnas ações divinas do Deus-Altíssimo, enquanto o Senhor nos permitir.

  • Josué arújo silvino disse:

    Gostei muito dos seus estudos muito proveitoso para mim por favor me mande alguns estudos específicos pra mim agradeço muito. obrigado.

  • valdo valentim disse:

    Gostei muito de seu trabalho, se disponibilizasse a enciclopedia citada para baixar seu site teria inúmeras visitas a mais.

  • Alessandro disse:

    Muito bom seu estudo , vai me ajudar muito .

    Parabéns Pr e muito obrigado , continue assim ajudando os irmão e uma benção .

    PB – Alessandro
    Estado do Paraná

  • Pr.Idevaldo pereira disse:

    Muito interessante este artigo foi de grande valia para mim e meus estudos obrigado.

    ,

  • Jussara disse:

    Achei seu trabalho muito rico em informações e ajuda as minhas pesquisas.
    Obrigada.

  • Jussara disse:

    Trazendo pra os dias de hoje, sabemos que tudo o que aconteceu tem uma mensagem de aprendizado para nós. Então como entendemos a atuação desses deuses hoje, como desde Gênesis a História aponta para Cristo, como então podemos discernir a atuação dessas divindades hoje?

  • patrick disse:

    Adorei o artigo, bem explicado e de fácil compreensão. Me ajudou muito em meu estudo.
    Obrigado e parabéns.

  • Ezequias disse:

    muito bem gostei

  • Shirlei disse:

    Ney, fiquei feliz de vc ter compartilhado sua visão! Ficou tão claro e objetivo. Não foge da lógica. Adoraria receber seus estudos bíblicos sobre esses temas tão complexos. Meu email é (srlacerda@hotmail.com) ficarei feliz com sua resposta. Obrigada.

  • Pr Ferreira disse:

    muito bem gostei!!!

  • Thamy Hellen disse:

    Muito bom o texto, adorei, vou voltar !

  • Morais disse:

    Interessante o que o irmão postou no comentário… mas qual é a fonte de tudo isso? Já ouvi muita pregação de pulpito cheia de detalhes que não tem base nenhuma. Se o irmão citar a fonte será melhor para a compreensão.

  • Cristian disse:

    Interessante o artigo, favor citar fonte se possível.

  • Ney Reis disse:

    Ola Pr, gostei muito do conteudo na visão afronta aos deuses egipcios, mas acredito que D´us não só atacou faraó e seu liderados como também alguns do povo de Israel.
    Moshê que redimirá o povo judeu da escravidão e o conduzirá a liberdade, a Terra que prometeu a Avraham, Yistchac e Yaacov por herança. D’us incumbiu Moshê e Aharon de irem ao encontro do faraó e pedir que liberte o povo de Israel.

    A primeira transformou as águas do Nilo em sangue, causando mal cheiro, morte dos peixes e impossibilitando os egípcios de beber de seus mananciais. Cada vez que o faraó recusava-se em libertar o povo judeu do Egito, D’us enviava uma nova praga ( vamos combinar, oh homem sem palavra, tudo bem que nas escrituras tem lá escrito que D´us endurecia o coração do Faraó)
    Por que D’us enviou as pragas nesta ordem em particular: primeiro o sangue, de pois rãs, piolhos, etc.? Uma resposta é que D’us atuou como general que vai a uma guerra contra seu inimigo. Sangue: Antes de entrar na cidade inimiga, o general e seu exército envenenam os poços de água dos inimigos para que não tenham mais água potável. Do mesmo modo, D’us primeiro cortou os suprimentos de água dos egípcios.
    Rãs: Logo o general ordena aos tocadores de trombeta e tambores que toquem os instrumentos tão forte que o barulho assuste o inimigo.
    De maneira análoga, D’us trouxe as rãs, cujo coaxar incomodou terrivelmente os egípcios.

    Piolhos: O general ordena que os soldados disparem flechas sobre os inimigos para matar os soldados e assustar o restante deles.Do mesmo modo, D’us castigou aos egípcios com piolhos que os picaram como fle chas.

    Animais Selvagens: Antes do ataque, o general convoca outros exércitos para que se unam na luta. Igualmente, D’us chama os animais selvagens para que se reúnam e lutem contra os egípcios.

    Morte dos Animais (Peste): Antes da batalha, o general envia mensageiros especiais que encontram formas de destruir os animais do inimigo. D’us trouxe uma praga especial: a peste, que atacou os animais dos egípcios e lhes causou a morte.

    Sarna: O general busca formas de destruir soldados no campo inimigo, para que restem menos guerreiros para lutar. Igualmente, D’us causou a doença dos egípcios, fazendo com que tivessem sarna.

    Granizo: O general bombardeia a cidade com armas e mísseis. D’us enviou tempestades de granizo sobre os egípcios.

    Gafanhotos: Por último, o general e seu exército entram na cidade inimiga e a destroem. Da mesma forma, os gafanhotos destruíram todos os campos que restaram depois da praga do granizo.

    Trevas: O general joga muitos dos seus inimigos na prisão. D’us causou uma escuridão tão grande que aprisionou os egípcios, pois os impediu de moverem-se.

    Morte do Primogênito: O general mata os líderes do inimigo que se julgam imortal e superiores, D’us com isto envia um recado de Quem realmente manda.

    2) PORQUE OS EGIPCIOS MERECERAM AS PRAGAS?

    Todos os castigos de D’us são justos. Ele castigou o povo egípcio com as dez por terem sido extremamente cruéis. Cada uma das pragas tinha um motivo que correspondia a cada um dos tratamentos que os egípcios deram ao Povo de Israel.
    Sangue: Os egípcios obrigavam os judeus a trazer-lhes água do rio; assim, D’us transformou a água em sangue. Outra razão pela qual D’us fez que o primeiro castigo fosse relacionado ao rio Nilo foi porque os egípcios pensavam que o Nilo era um “deus”. Ao converter a água em sangue, D’us mostrou-lhes que Ele tinha poder sobre o rio.

    Rãs: Os egípcios ordenavam aos judeus: “Tragam-nos rãs, caracóis e insetos. Queremos divertir-nos com estes animais.” Ao obrigar os judeus a trazerem rãs, D’us c astigou os egípcios com estes animais.

    Piolhos: os egípcios costumavam ordenar aos egípcios: “Varram os pisos de nossas casas e ruas, e arem os nossos campos”. D’us transformou todo o pó do Egito em piolhos, para que os judeus não tivessem mais que varrer!

    Animais selvagens: Os egípcios também diziam aos judeus: “Precisamos de leões, tigres e ursos para nossos zoológicos e circos. Capturem estes animais para nós!” Era apenas uma desculpa cruel para enviar os judeus ao deserto e aos bosques, mantendo-os afastados de suas famílias e correndo alto risco de vida. D’us castigou os egípcios por este ato, fazendo que desabasse sobre eles animais selvagens.

    Peste: Os egípcios também obrigaram os judeus a serem pastores do gado para enviá-los a ca mpos distantes e mantê-los afastados das famílias. Como castigo, D’us matou os animais dos egípcios com uma peste.

    Sarna: Outra cruel idéia dos egípcios era dar ordens confusas aos judeus nas casas de banhos: “Aqueça-me a água! Traga-me água fria!” De modo que D’us afligiu os egípcios com bolhas de sarna que doíam tanto que já não podiam tomar banhos, quentes ou frios! Outra razão pela qual os egípcios foram castigados com horríveis bolhas foi porque consideravam os judeus uma classe social inferior. Um egípcio nunca comia junto a um judeu. Assim, D’us castigou os egípcios com bolhas dolorosas com aspecto tão desagradável que ninguém queria aproximar-se deles.

    Granizo: Outro ato de maldade dos egípcios consistia em ordenar aos judeus: “Planta-me um jardim! Planta-me algumas árvores!” D’us destruiu, p ois, os jardins e bosques dos egípcios com granizo.
    Gafanhotos: Os egípcios também ordenavam aos judeus: “Colham grãos para nós, favas e plantas”, por isso estes foram comidos pelos gafanhotos.

    Trevas: Os egípcios também ordenavam aos judeus levar velas e tochas por eles, nas ruas escuras. Também encerravam os judeus em cárceres escuros. Por este motivo D’us também causou a escuridão. Além disto, entre os judeus havia reshaim (malvados), que não mereciam ser libertados do Egito. Esses judeus perversos morreram durante a praga das trevas, de maneira que os egípcios não pudessem vê-los e exclamar com alegria: “Vejam, os judeus também estão sendo castigados, como nós!”

    Morte do primogênito: D’us castigou os egípcios matando os filhos primogênitos, pois o Fa raó havia dado a ordem: “Matem a todos os primogênitos varões judeus!” Os egípcios também eram cruéis com o povo judeu que era chamado de “primogênito de D’us”. Por isso, D’us matou seus filhos mais velhos.

    Nos tempos antigos, muitas nações bebiam sangue. Talvez os egípcios também tivessem bebido, se D’us não tivesse causado a morte de todos os peixes do Rio Nilo. Isto fez com que o rio cheirasse tão mal que os egípcios não puderam beber o sangue. Não apenas o rio se transformou em sangue, mas toda a água da terra do Egito. Se alguém fosse à casa de banhos, não encontraria água para banhar-se, somente sangue. Mesmo nos lugares secos havia sangue. De repente, havia poças sobre as camas e cadeiras. Quando em egípcio se sentava, ficava empapado de sangue. Levantava-se rapidamente, mas sua roupa já estava estragada. Os egípcios começaram a sentir muita sede porque não se encontrava água em lugar nenhum. Como podiam aplacar a sede?

    Na terra de Goshen, onde viviam os judeus, a água estava normal. Os egípcios para lá viajaram, e ordenaram aos judeus que lhes dessem de beber. Mas sabem o que acontecia, assim que um judeu dava água a um egípcio e este tentava bebê-la? Transformava-se em sangue!

    Então alguns egípcios disseram aos judeus: “Bebamos do mesmo copo!” Mas isso também não adiantou, pois o líquido que saía do copo para o judeu era água, e para o egípcio… sangue!
    Alguns egípcios disseram aos judeus: “Queremos comprar água.” Quando estes pagavam a água com dinheiro, esta não se transformava em sangue. Assim que os egípcios perceberam isso, começaram a comprar água. Os judeus ganharam muito dinheiro durante sete dias, até que D’us pôs fim à praga.

    Rãs
    Moshê avisou o faraó, mas este não lhe deu atenção. D’us, pois, fez sair do rio Nilo uma rã gigantesca. Os egípcios não gostaram do enorme e horrível animal, e o golpearam com pedras. “Matemos essa rã monstruosa! ’ gritaram.

    Mas o que aconteceu foi que ao invés de morrer, a rã cuspia pequenas rãs, a cada vez que a golpeavam. Era terrível! Mais e mais rãs saíam do rio, e logo o Egito se encheu de rãs. Quando um egípcio queria falar, seus amigos não podiam ouvir o que dizia, pois coaxavam sem parar. O barulho era muito forte. “Vamos a um lugar tranquilo”!” Os egípcios desistiram de falar entre si, porque ninguém podia escut ar uma palavra do que o outro dizia. A noite as pessoas não podiam conciliar o sono por muito tempo, de tão forte era o coaxar que se ecoava por toda parte.

    As rãs entraram em todos os lugares. Quando uma mulher egípcia assava pão, as rãs se metiam no forno. Era cozida junto com o pão, de maneira que o gosto era de rã assada. Tinha sabor tão desagradável que os egípcios perderam o apetite. Se um egípcio bebia água, o copo fervilhava de rãs. Não se podia evitar de engolir algumas. Todos os quartos dos locais egípcios estavam cheios de rãs. Quando um egípcio ia banhar-se, as rãs saltavam e o mordiam. O faraó odiava as rãs. Seu palácio estava cheio delas. Havia rãs na cozinha, no banheiro, saltando por toda a parte. O faraó chamou Moshê e Aharon.

    “Estas rãs, saltando e coaxando, estão me deixando louco! Deixarei os judeus irem embora, se fizeres desaparecer as rãs!” Moshê implorou a D’us: “Por favor, faça desaparecer a s rãs!”
    As rãs morreram. Logo que o faraó viu isso, seu coração endureceu. “Por que haveria de escutar Moshê e Aharon?” disse. E decidiu: “Não libertarei os judeus!”

    Piolhos
    Aharon estendeu o cajado à frente do faraó e sua corte. Nesse instante, o pó da terra se transformou em piolhos. Somente os judeus não foram afetados por esta praga. O faraó chamou os magos e perguntou: “Conseguem produzir piolhos?”
    “Sentimos muito, majestade,” responderam. “Não podemos criar piolhos. Deveis crer que esta praga não é magia. D’us fez um milagre, ao trazer os piolhos.”
    Porém, o faraó se negou a escutar os magos.
    Sete dias mais tarde, D’us pôs fi m à praga.

    Animais Selvagens
    O faraó não fez caso dessa advertência. Em consequência, começou a nova praga. Foi aterradora! Vindos do deserto, chegaram leões, ursos e panteras. Invadiram os campos e vinhedos, e até mesmo as casas dos egípcios! Enormes pássaros os acompanhavam, agitando as asas e fazendo um barulho amedrontador! Os egípcios puseram ferrolhos nas portas e janelas para impedir a entrada dos animais. D’us, porém, mandara alguns animais antes de outros para que abrissem as portas e janelas. Somente os judeus não foram atacados por bestas selvagens. O faraó estava absolutamente apavorado. Chamou Moshê e Aharon e prometeu-lhes: “Os judeus já não são escravos. “Todos os judeus estão livres para servir a D’us e oferecer-Lhe sacrifíc ios aqui no Egito.” “Não é isso que desejamos”, respondeu Moshê. “Queremos sair do Egito e ir para o deserto.” “Está bem,”, replicou o faraó, “apenas peça a D’us que leve todos estes animais selvagens.” Moshê rezou a D’us. Suplicou que fizesse desaparecer até o último animal, inclusive os mortos. Pois como haviam restado animais mortos, os egípcios estavam aproveitando as peles, fabricando casacos e calçados, tendo já comido sua carne. D’us aceitou as preces e fez desaparecer até o último animal.
    Mal foi interrompida a praga, o faraó mudou de idéia. “Não deixarei os judeus livres”, afirmou desafiadoramente.

    Peste

    A peste matou todos os animais nos campos. Os cavalos, burros, camelos, ovelhas, todos morreram. Na terra de Goshen, onde vivia m os judeus, nenhum animal morreu. No caso de rebanhos misturados, alguns pertencentes aos judeus e outros aos egípcios, apenas morriam os dos egípcios.
    Alguns egípcios tentaram o seguinte truque: Diziam a um judeu: “Venderei a você meus animais durante a praga”. Logo voltarão a ser meus.” Mas D’us não pode ser enganado e esses animais morreram mesmo assim.

    O faraó voltou a endurecer o coração sem reconsiderar a atitude que deveria ter tmoda desde o início: libertar o povo judeu da escravidão. Como o faraó não dera atenção à mensagem transmitida pelas cinco pragas, agora era muito mais difícil reconsiderar seus atos. D’us sabia que sua fala e atitudes não eram sinceras, assim, D’us endureceu seu coração. Isto deu ao faraó mais forças para resistir às advertências de Moshê. Foi um castigo para o faraó, por ter-se negado a escutar.

    Sarna

    A praga da sarna seguiu-se à morte dos animais. D’us anunciou a Moshê: “Causarei uma enfermidade terrível na pele dos egípcios e seus animais, cujos corpos se cobrirão de bolhas dolorosas que os incomodarão muito.”
    D’us estendeu a doença entre os egípcios da seguinte forma milagrosa:
    Ordenou a Moshê e Aharon que pegassem dois punhados de cinza de carvão cada um. Logo Moshê pegou com uma das mãos os quatro punhados de cinza (por milagre todos entraram na mão de Moshê) e os jogou com força ao céu. D’us espalhou a cinza por todo o Egito, e esta se depositou sobre a pele dos egípcios e seus animais causando bolhas pela sarna que eram terrivelmente dolorosas.
    Por que D’us trouxe esta praga por meio da cinza.
    D’us disse: “Os judeus merecem que se faça um milagre para eles por meio da cinza de carvão de um forno. Por que? Porque morreram por mim em fornos. Avraham se deixou jogar num forno aceso em Ur Kasdim, por acreditar em mim. No futuro também, três tsadikim, ( justos) Chanania, Mishael e Azaria, serão atirados em um forno pelo rei babilônico Nabucodonosor, por se negarem a inclinar-se perante uma imagem. Também por esta razão, os egípcios merecem ser castigados através da cinza: por escravizar e destruir uma nação que está disposta a morrer por Mim.”

    O faraó sentiu-se tão doente por causa das bolhas de sarna que teve que ficar na cama. Os magos também se sentiram doentes e abandonaram o palácio do faraó, humilhados e envergonhados, para nunca mais retornar.

    Granizo

    D’us disse a Moshê: “Diga ao faraó que a próxima praga será tão terrível como todas as outras pragas juntas. “Cairão grandes pedras e muitos egípcios morrerão.”
    O faraó não se importou. Por isso, D’us disse a Moshê no dia seguinte: “Estende tua mão ao céu. “Então começará uma tempestade de granizo.”
    Nenhum egípcio jamais havia visto tal tormenta! Os trovões eram tão fortes que muitos morreram de susto. Quando soou um trovão especialmente forte, o faraó caiu no chão. Mas D’us lhe deu forças para pôr-se de pé, de maneira que este rashá (malvado) continuasse com vida para ser castigado com as outras pragas.
    Muitos egípcios foram atingidos por bolas de granizo e pereceram. Este granizo continha não somente gelo, como também fogo. (Isto foi um milagre. O comum é que o fo go consuma o gelo e este extinga o fogo). Alguns egípcios foram queimados pelo fogo.
    O faraó chamou Moshê e Aharon. “Eu pequei,” admitiu. “D’us é é perfeito. Por favor, suplica a D’us que ponha fim a essa terrível praga. “Prometo que desta vez estão livres para deixar o Egito.” O faraó manteve sua promessa? Não. Assim que a tempestade de granizo terminou, sentiu-se tão poderoso quanto antes e decidiu não libertar o povo de Israel.
    Então sucessivamente D’us enviou as três últimas pragas, gafanhotos, trevas e morte dos primogênitos egípcios, até que na última, o faraó não suportou mais e permitiu que o povo partisse. Mas não sem mandar seus exércitos logo em seguida atrás, pois não queria ter cedido ao pedido.
    Embora o faraó não tivesse se arrependido, ele admitiu: “D’us é perfeito”. Por ter admitido a grandeza de D’us, todos os egípcios também o fizeram. D’us, em Sua infinita bondade fez com que após os egípciost terem se jogado no Yam Suf (Mar Vermelho), D’us ordenou ao mar que os transportasse à terra firme, e ordenou à terra que cobrisse seus corpos. Por terem admitido: “D’us é perfeito”, mereceram ser sepultados.

  • Roberto dos santos disse:

    A intenção de desvendar as dez pragas foi uma ótima visão!! Esclarece muito o pq de tanta teimosia do faraó!!

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