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Homossexualidade e a Bíblia

11 de abril de 2012

Assim como os heterossexuais estão sujeitos aos pensamentos impuros e desejos imoderados, também acontece com os homossexuais. Como cristãos, acreditamos que o Senhor pode mudar o que o mundo não pode.

O Dr. Ronald M. Springtt, em seu livro “O Limite do Prazer”, apresenta o resultado de uma importante pesquisa sobre homossexualidade. A seguir, abordaremos esse assunto com algumas citações da referida obra lançada pela Casa Publicadora Brasileira.

Homossexualidade é uma conduta desenvolvida ao longo de anos no convívio familiar no qual a pessoa faz escolhas muito sutilmente, muito subconscientemente sobre sua orientação sexual. A ciência não comprova que uma pessoa nasça homossexual.

“Dizer que a homossexualidade é uma doença, por exemplo, não suscita esperança no cliente. Mas dizer que a homossexualidade é um pecado, como a Bíblia diz que é, isto, sim, oferece esperança. Talvez não haja fator mais importante na tarefa de ajudar pecadores homossexuais do que este. Essas pessoas precisam desesperadamente de esperança, com de tudo mais. É essencial neutralizar todo aspecto de desesperança gerado pelo modelo médico e/ou genético de homossexualidade. [J.E Adams, Competent to Counsel (Phillipsburg, J: Presbyterian and Reformed Publishing Co., 1970, p. 36)].

“O homossexual talvez não seja capaz de eliminar a atração que sente por pessoas do próprio sexo, mas pela graça de Deus ele é capaz de controlar seus impulsos.” [S. Kubo, Theology and Ethics of Sex (Nashville: Southern Publishing Association, 1980, p.75)]. Assim como os heterossexuais estão sujeitos aos pensamentos impuros e desejos imoderados, também acontece com os homossexuais. Como cristãos, acreditamos que o Senhor pode mudar o que o mundo não pode.

Homossexuais que insistem em levar um estilo de vida homossexual ativo e até o glorificam, precisam repensar essa postura, caso desejem tornar-se cristãos. A ideia de que se pode perdoar tudo, enquanto a pessoa continua obstinadamente no erro é uma graça barata que a igreja não pode aceitar. Acaba-se transformando numa “graça que admite a justificação do pecado, e não a justificação do pecador arrependido que se afasta do pecado e de quem o pecado se afasta”. [D. Bonhoeffer, The Cost of Discipleship (Nova York: Macmillian, 1959, p.36)].

A lei moral deve ser aplicada até mesmo – especialmente! – em face do desleixo popular. A religião deve ensinar a sociedade, deve estabelecer para ela ideais morais por que lutar, normas éticas e espirituais, sem as quais os homens desenvolverão uma má consciência (N. Lamm, “The News Dispensation on Homosexuality: A Jewish Reaction to a Developing Attitude”, Jewish Currents, janeiro-fevereiro 1968, p. 15, 16).

– … até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro (Romanos 1:26-27).

– Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas (1 Coríntios 6:9).

Paulo emprega o substantivo arsenokoites (“homossexual”, “pederasta”) como alguém que não herdará a salvação por estar sob a condenação de Deus (1 Coríntios 6:9; 1 Timóteo 1:10). Deus não criou dois homens ou duas mulheres, mas apenas um homem e uma mulher e disse para serem fecundos e multiplicarem-se (Gênesis 1:28).

O propósito de Deus é que um homem junte-se com uma mulher e os dois formem “uma só carne” (Gênesis 2:24). Desde a antiguidade, a homossexualidade é encontrada na história humana. Em Gênesis 19:4 e 5 há referência sobre as impenitentes cidades de Sodoma e Gomorra. O termo sodomia provém desse relato bíblico como uma referência à prática homossexual e outras deturpações do gênero. Outro relato está em Juízes 19:22: “Enquanto eles se alegravam, eis que os homens daquela cidade, filhos de Belial, cercaram a casa, batendo à porta; e falaram ao velho, senhor da casa, dizendo: Traze para fora o homem que entrou em tua casa, para que abusemos dele.”

A recomendação divina é:

“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Levítico 18:22).

“e também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável” (Levíticos 20:13).

A Bíblia contém evidências de que o Criador ama todo pecador, mas não fica feliz com os atos de desobediência.

Equipe Biblia.com.br

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