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Quem é o Arcanjo Miguel?

Dentro do contexto da Bíblia Sagrada, que, sem sombra de dúvida, é a fonte de informações mais segura e confiável sobre angelologia, encontramos uma série de declarações que, comparadas e confrontadas, nos levam a pensar que o Arcanjo Miguel é o próprio Cristo. Apocalipse 12:7 declara que “houve guerra no Céu” e que “Miguel e Seus anjos lutaram contra o dragão”. Daniel 8:25 diz que “por sua astúcia nos seus empreendimentos fará prosperar o engano;[…] levantar-se-á contra o Príncipe dos príncipes”. Na versão parafraseada da Bíblia na Linguagem de Hoje, diz que “ele desafiará a Deus, o Rei dos reis”. E segundo Apocalipse 19:16, Jesus Cristo é o Rei dos reis.

Daniel 12:1 enfatiza que “nesse tempo se levantará Miguel, o grande Príncipe…”

Daniel 9:25 refere-se ao Ungido como sendo o Príncipe, nestas palavras:

“… desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe…”. E no versículo 26, fala que o Ungido, ou o Príncipe do versículo 25, será morto. “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará…” (Daniel 9:26). Quem é este Ungido? A resposta está em Lucas 4:17 e 18, onde Jesus, referindo-Se à profecia de Isaías 61:1 e 2, fala de Si mesmo nestas palavras: “O Espírito Santo está em Mim, pelo que Me ungiu…”

“O Espírito do Senhor Jeová está sobre Mim, porque o Senhor Me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-Me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes” (Isaías 61:1 e 2).

“E foi-Lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito:
O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-Me a curar os quebrantados do coração” (Lucas 4:17 e 18).

Atos 10:38 e 39 declara, de maneira mais direta, quem é este Ungido, com as seguintes palavras:

Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele. E nós somos testemunhas de todas as coisas que fez, tanto na terra da Judéia como em Jerusalém; ao qual mataram, pendurando-O num madeiro.

Atos 4:26 diz que “levantaram-se os reis da Terra e as autoridades ajuntaram-se à uma contra o Senhor e contra o Seu Ungido…” – Aqui não se trata de qualquer ungido, mas do Ungido, o Messias.

Atos 5:30 e 31 acrescenta que “o Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes… Deus, porém, com a Sua destra o exaltou a Príncipe e Salvador…”

Quem poderia ser, pois, Miguel de Apocalipse 12:7; Miguel, vosso Príncipe, de Daniel 12:11; Miguel, o grande Príncipe, de Daniel 9:25?

Porventura a resposta não estaria em Apocalipse 1:5, onde está escrito:

“E de Jesus Cristo, que é a Testemunha fiel, o primogênito dentre os mortos, e o Príncipe dos reis da Terra…?” – (Versão Trinitariana, Edição Revista e Reformulada segundo o original Hebraico e Grego).
Corroboram esta versão também as versões da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, a New York: American Bible Society e Holy Bible, Translated From The Latim Vulgate, Bélgica.

Wilson Sarli, Anjos Exércitos Invisíveis de Luz e Poder, 2.ª ed., 2000, pág. 339.

Quem é o Arcanjo Miguel mencionado em Judas 9

Muita especulação surgiu através dos tempos, nas tradições judaicas e cristã, sobre a natureza e obra dos anjos, bem como sobre a identificação do Arcanjo Miguel. Na literatura pseudo-epígrafa, por exemplo, Miguel é apresentado como um dos sete anjos celestiais (1 Enoque 20:1 a 7; 81:15; 90:21 e 22; Tobias 12:15), e um dos quatro que se encontram mais próximos do trono de Deus (1 Enoque 9:1; 40:1 a 10; 54:6; 71:8, 9 e 13). Essas tradições extrabíblicas têm sido usadas por muitos comentaristas contemporâneos para alegar que Miguel é apenas um anjo, criado por Deus, que exerce a função de principal líder das hostes angélicas.

Nas Escrituras, Miguel, cujo nome significa “Quem é como Deus?”, é descrito como:

– “Arcanjo” (Judas 9)
– o líder das hostes angélicas no conflito com Satanás e os seus anjos maus (Apocalipse 12:7)
– “um dos primeiros príncipes” (Daniel 10:13)
– “vosso Príncipe” (Daniel 10:21)
– “o grande Príncipe”, o defensor dos filhos do teu povo” (Daniel 12:1)

Uma análise detida dessas expressões, dentro do contexto bíblico, deixa claro que Miguel é apresentado no texto sagrado como um Ser divino, cujas características refletem a glória messiânica do Antigo Testamento.

Miguel é apresentado em Judas 9 como o “Arcanjo” que, na disputa “a respeito do corpo de Moisés” (Deuteronômio 34:5 e 6), enfrentou o diabo com as palavras: “O Senhor te repreenda!” Essa alusão identifica Miguel como o “Arcanjo do Senhor” que, na contenda sobre o “sumo sacerdote Josué”, disse igualmente ao diabo:

“E me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do Senhor, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor. Mas o Senhor disse a Satanás: O Senhor te repreende, ó Satanás, sim, o Senhor, que escolheu Jerusalém, te repreende; não é este um tição tirado do fogo? Ora, Josué, vestido de vestes sujas, estava diante do Anjo” (Zacarias 3:1 a 3).

É interessante notarmos que, tanto em Zacarias 3 como em Gênesis 22:11 a 18, Juízes 6:11 a 24, Juízes 13; e Atos 7:30 a 40, o Anjo do Senhor é identificado como sendo o próprio Senhor!

Em Apocalipse 12:7, Miguel e Satanás são apresentados em direto antagonismo, num conflito cósmico que se originou no Céu, e que se estende ao longo da história humana (Apocalipse 12; Apocalipse 20). O Novo Testamento esclarece que esse conflito polarizou-se entre Cristo e Seus seguidores e Satanás e seus adeptos. Ver:

– Mateus 4:1 a 11
– João 12:31 e 32 Colossenses 1:9 e 16
– Efésios 6:10 a 20 João 14:30
– Já em Daniel 10:13 e 21; Daniel 12:1, Miguel é chamado de “Príncipe” e “o grande Príncipe”. Em todo o restante das Escrituras, quando não aplicado a seres humanos, o título “príncipe” é usado exclusivamente para Cristo ou para Satanás, mas nunca para qualquer outro ser angelical (ver Josué 5:14 e 15; Isaías 9:6; Daniel 8:11 e 25; Daniel 9:25; Atos 5:31; João 12:31 João 14:30; 16:11 Efésios 2:2).

Em Josué 5:14 e 15, o Senhor Se apresentou a Josué como “Príncipe do exército do Senhor”, aceitando adoração, o que seria uma blasfêmia se esse Príncipe fosse apenas um anjo (ver Mateus 4:10; Apocalipse 22:8 e 9), e ordenando que Josué tirasse as suas sandálias porque o lugar se tornara santo (comparar com Êxodo 3:4 a 6; Atos 7:30 a 33). No próprio livro de Daniel, Cristo é chamado também de “Príncipe do exército” (Daniel 8:11) e “Príncipe dos príncipes” (Daniel 8:25).

Uma das características básicas do conteúdo profético do livro de Daniel é a “repetição para ampliação”. Cada uma das quatro grandes seções proféticas do livro emprega símbolos diferentes para descrever a mesma sequência profética, culminando sempre com a manifestação gloriosa de Cristo para a implantação do Seu reino eterno. Essa manifestação de Cristo é simbolizada em Daniel 2, pela pedra cortada sem auxílio de mãos (versos 34 e 35; 44 e 45; comparar com Atos 4:11; Efésios 2:20; 1 Pedro 2:4 e 8); em Daniel 7:13, pelo aparecimento do Filho do homem (comparar com Apocalipse 19:11 a 21).

E, finalmente, em Daniel 12:1, pela vinda de “Miguel, o grande Príncipe, defensor dos filhos do teu povo” (comparar com Salmo 91). Alegar que Miguel seja um simples anjo significa quebrar o paralelismo estrutural do livro.

Fundamentados nas semelhanças que a Bíblia apresenta entre as características da missão do Arcanjo Miguel com as de Cristo, podemos concordar como outros comentaristas, como João Calvino e Matthew Henry, que identificam Miguel como Cristo e não um simples anjo (ou um ser criado). Revista Sinais dos Tempos, agosto de 1998, pág. 29.

Equipe Biblia.com.br

  • Adriano disse:

    Pergunta: “O que a Bíblia ensina a respeito da Trindade?”

    Resposta: A coisa mais difícil a respeito do conceito cristão da Trindade é que não há maneira de explicá-lo adequadamente. A Trindade é um conceito impossível de ser totalmente compreendido por qualquer ser humano, quanto mais explicado. Deus é infinitamente maior do que nós, por isso não devemos esperar que sejamos capazes de compreendê-Lo totalmente. A Bíblia ensina que o Pai é Deus, que Jesus é Deus e que o Espírito Santo é Deus. A Bíblia também ensina que há um só Deus. Mesmo podendo compreender alguns fatos sobre a relação das diferentes pessoas da Trindade umas com as outras, no geral, a Trindade é incompreensível à mente humana. Entretanto, não significa que não seja verdade ou fora dos ensinamentos da Bíblia.

    Ao estudar este assunto, lembre-se de que a palavra “Trindade” não é usada nas Escrituras. Este é um termo usado em uma tentativa de descrever o Deus triúno, e o fato de haver 3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus. Compreenda que DE JEITO ALGUM se sugere aqui que haja 3 Deuses. A Trindade é 1 Deus feito de 3 pessoas. Não há nada errado em usar o termo “Trindade”, mesmo que esta palavra não se encontre na Bíblia. É mais prático dizer a palavra “Trindade” do que dizer “3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus”. Se isto for problema para você, considere isto: a palavra avô também não é usada na Bíblia. Mesmo assim, sabemos que havia avôs na Bíblia. Abraão foi avô de Jacó. Então, não fique obcecado com termo “Trindade”. O que realmente importa é que o conceito REPRESENTADO pela palavra “Trindade” existe nas Escrituras. Terminada esta introdução, mostraremos versículos bíblicos na discussão sobre a Trindade.

    1) Há um só Deus: Deuteronômio 6:4; I Coríntios 8:4; Gálatas 3:20; I Timóteo 2:5.

    2) A Trindade consiste de três Pessoas: Gênesis 1:1; 1:26; 3:22; 11:7; Isaías 6:8; 48:16; 61:1; Mateus 3:16-17; 28:19; II Coríntios 13:14. Nas passagens do Velho Testamento, algum conhecimento de hebraico é de grande ajuda. Em Gênesis 1:1, é usado o substantivo plural “Elohim”. Em Gênesis 1:26; 3:22; 11:7 e Isaías 6:8, o pronome plural equivalente a “nós” é usado. “Elohim” e “nós” se referem a mais de duas pessoas, NÃO há dúvidas. Em português, temos apenas duas variações quanto ao número, singular e plural. Em hebraico, temos três formas: singular, dual e plural. Dual é para dois, APENAS. Em hebraico, a forma dual é usada para coisas que vêm em pares, como olhos, orelhas e mãos. A palavra “Elohim” e o pronome “nós” são formas de plural – definitivamente mais de dois, e devem estar se referindo a três ou mais (Pai, Filho, Espírito Santo).

    Em Isaías 48:16 e 61:1, o Filho está falando enquanto faz referência ao Pai e ao Espírito Santo. Compare Isaías 61:1 com Lucas 4:14-19 para ver que é o Filho falando. Mateus 3:16-17 descreve o acontecimento do batismo de Jesus. Nele se vê o Deus Espírito Santo descendo sobre o Deus Filho enquanto o Deus Pai proclama Seu prazer no Filho. Mateus 28:19 e II Coríntios 13:14 são exemplos de 3 pessoas distintas na Trindade.

    3) Os membros da Trindade são distintos uns dos outros em várias passagens: No Velho Testamento, “SENHOR” é diferenciado de “Senhor” (Gênesis 19:24; Oséias 1:4). O “SENHOR” tem um “Filho” (Salmos 2:7, 12; Provérbios 30:2-4). Espírito é distinto de “SENHOR” (Números 27:18) e de “Deus” (Salmos 51:10-12). Deus o Filho é diferenciado de Deus o Pai (Salmos 45:6-7; Hebreus 1:8-9). No Novo Testamento, João 14:16-17 é onde Jesus fala ao Pai sobre enviar um Ajudador, o Espírito Santo. Isto demonstra que Jesus não considerava a Si mesmo como sendo o Pai ou o Espírito Santo. Considere também todas as outras vezes, nos Evangelhos, onde Jesus fala ao Pai. Estava Ele falando consigo mesmo? Não. Ele falava com uma outra pessoa na Trindade, o Pai.

    4) Cada membro da Trindade é Deus: O Pai é Deus: João 6:27; Romanos 1:7; I Pedro 1:2. O Filho é Deus: João 1:1, 14; Romanos 9:5, Colossenses 2:9; Hebreus 1:8; I João 5:20. O Espírito Santo é Deus: Atos 5:3-4; I Coríntios 3:16 (Aquele que habita é o Espírito Santo: Romanos 8:9; João 14:16-17; Atos 2:1-4).

    5) A subordinação dentro da Trindade: As Escrituras mostram que o Espírito Santo é subordinado ao Pai e ao Filho, e o Filho é subordinado ao Pai. Esta é uma relação interna, e não nega a divindade de nenhuma das pessoas da Trindade. Esta é simplesmente uma área que nossas mentes finitas não conseguem compreender, em vista do Deus infinito. Em relação ao Filho, veja: Lucas 22:42; João 5:36; João 20:21; I João 4:14. Em relação ao Espírito Santo veja: João 14:16; 14:26; 15:26;16:7 e principalmente João 16:13-14.

    6) As tarefas dos membros individuais da Trindade: O Pai é a fonte máxima ou causa de: 1) o universo (I Coríntios 8:6; Apocalipse 4:11); 2) revelação divina (Apocalipse 1:1); 3) salvação (João 3:16-17); e 4) as obras humanas de Jesus (João 5:17;14:10). O Pai PRINCIPIA todas estas coisas.

    O Filho é o agente através do qual o Pai faz as seguintes obras: 1) A criação e manutenção do universo (I Coríntios 8:6; João 1:3; Colossenses 1:16-17); 2) divina revelação (João 1:1; Mateus 11:27; João 16:12-15; Apocalipse 1:1); e 3) salvação (II Coríntios 5:19; Mateus 1:21; João 4:42). O Pai faz todas estas coisas através do Filho, que funciona como Seu agente.

    O Espírito Santo é o meio pelo qual o Pai faz as seguintes obras: 1) criação e manutenção do universo (Gênesis 1:2; Jó 26:13; Salmos 104:30); 2) divina revelação (João 16:12-15; Efésios 3:5; II Pedro 1:21); 3) salvação (João 3:6; Tito 3:5; I Pedro 1:2); e 4) feitos de Jesus (Isaías 61:1; Atos 10:38). Então faz assim o Pai todas estas coisas pelo poder do Espírito Santo.

    Nenhuma das ilustrações populares são descrições completamente apuradas da Trindade. O ovo (ou maçã) falha porque a casca, a clara e a gema são partes do ovo, e não são o ovo, cada qual separadamente. O Pai, Filho e Espírito Santo não são partes de Deus, cada um Deles é Deus. A ilustração da água é de alguma forma melhor, mas ainda falha em adequadamente descrever a Trindade. Líquido, vapor e gelo são estados da água. O Pai, Filho e Espírito Santo não são formas ou estados de Deus, mas cada qual separadamente é Deus. Então, enquanto estas ilustrações podem nos dar uma idéia da Trindade, esta não se faz totalmente precisa. Um Deus infinito não poderá ser totalmente descrito por uma ilustração finita. Em vez de focalizar na Trindade, tente focalizar na grandeza de Deus e Sua natureza infinitamente maior que a nossa. “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?” (Romanos 11:33-34).

  • Prezados.
    Paz de Cristo nosso Senhor e Salvador!

    Estou fazendo vários estudos, mas ainda não cheguei a uma conclusão. Tenho certeza que o Espírito da Verdade vai me conduzir a uma conclusão, sobre esse assunto que acho de extrema importância. Acredito na Trindade e por isso é difícil entender Jesus Cristo “O Filho de Deus”, ser comparado com um anjo (mensageiro), mesmo que semelhante a Deus (Miguel) e ainda que somente na luta entre Deus e Satanás, como comandante dos exércitos do bem contra o mal. Sou teólogo e estudioso da Bíblia, que para mim é inerrante. Preciso ler mais sobre essa identidade Miguel/Jesus. Por enquanto Miguel é um anjo. Pode ser até um príncipe, chefe dos anjos (arcanjo). Mas Jesus é o filho único de Deus, e Miguel um anjo criado.

    Sempre para servi-los e à Causa!

    Ivan Carlos, pr

    • debora disse:

      Paz, Pr. Ivan!

      Miguel significa “quem é semelhante a Deus” e é um desafio a Satanás, que desde o princípio quis ser igual ao Criador (Is 14:12-14).

      Quando falamos que Miguel significa “semelhante a Deus”, no original e para a cultura hebraica, “semelhante” significa “igual” (ver Jo 5:18; 19:7). Miguel, portanto, seria um dos nomes de honra de Jesus, que o iguala a Deus Pai e que em nada diminui a Divindade dEle!

      Ao compreendermos o sentido etimológico da palavra “arcanjo”, o aparente problema é resolvido. No grego, “arcanjo” significa “Chefe dos Anjos”. Esse título não precisa necessariamente referir-se apenas a um ser criado, assim como ocorre com o termo “anjo” (“Mensageiro”). É aceito entre os comentaristas (inclusive não-adventistas) que Jesus Cristo é o “Anjo do Senhor” mencionado no Antigo Testamento (ver Gn16:7; 18:1, 2, 13 e 19; Êx 3:2-5; 23:20-33; 32:34; Jz 6:11-24; 13:21-22.

      Eis uma nota explicativa da Bíblia de Estudo Almeida: “O Anjo do Senhor (lit. mensageiro ou enviado) não é aqui (comentando a respeito de Êxodo 3:2) um ser distinto do próprio Deus (conferir o verso 4), mas Deus mesmo, enquanto se faz presente para comunicar uma mensagem”. Do mesmo modo que Cristo não se torna uma criatura ao ser chamado de “Anjo do Senhor” (na verdade Ele é o “mensageiro”, de Deus Pai à humanidade), o mesmo ocorre quando é designado de arcanjo. Sendo que Ele é o Criador, automaticamente, é o “Chefe Supremo” de todos os anjos.

      A expressão “arcanjo” aparece apenas em passagens apocalípticas, onde Cristo está em confronto direto com satanás. Não temos base bíblica suficiente para crer que esse termo aplique-se a um anjo, um ser criado. É difícil provarmos pela Bíblia a ideia de que “arcanjo” seria uma classe de anjo, mesmo que um dos significados da palavra possa ser “anjo chefe”. Como sabemos, não devemos basear um ensino apenas no significado das palavras: um conjunto de textos bíblicos que esclareçam um ponto também deve ser considerado.

      MIGUEL NO ESCRITO PROFÉTICO DE DANIEL

      O livro do profeta Daniel, a meu ver, apresenta a maior das evidências de que o nome Miguel deve obrigatoriamente ser aplicado a Cristo. Temos nesse livro grandes blocos proféticos que dão ênfase a Jesus e ao Seu reino de glória. Esses blocos proféticos nos ajudam a entender o livro, seu propósito e também a descobrir quem é o personagem principal das profecias da Bíblia. Veja:

      No Capítulo 2, Jesus aparece como sendo a Pedra que destrói a estátua;
      No Capítulo 7, Jesus aparece como sendo o Filho do Homem que se dirige ao Ancião de Dias (Deus Pai);
      Nos Capítulo 8, Jesus aparece em cena como sendo o Príncipe dos Príncipes;
      Nos Capítulos 10-12, Jesus aparece como Miguel, o libertador.

      Veja que interessante: se Miguel não fosse Jesus o sincronismo do livro de Daniel (apresentado em seus blocos proféticos) seria quebrado! Seria muito estranho imaginarmos que nos três primeiros blocos proféticos o centro é Jesus enquanto que no último o personagem principal é um ser criado! Todos os blocos proféticos terminam com a manifestação de Cristo e a manifestação do Seu reino. Por isso, para que o sincronismo do livro de Daniel seja mantido, Miguel tem que ser um dos nomes de Jesus. Além disso, deve-se destacar que o conflito entre o bem e o mal se dá entre Cristo (Deus) e lúcifer (criatura) e não entre dois seres criados (ver Ap 12:7-9).

      Comentaristas como João Calvino, Matthew Henry, entre outros, tiveram a mesma opinião! Também é importante salientar que a mesma Bíblia que chama a Miguel de “um dos primeiros príncipes” diz ser Ele “o vosso príncipe” (Dn 10:21) e “o grande príncipe” (Dn 12:1). Comparando esses textos com Isaías 9:6 e Atos 5:31, não podemos ter dúvidas de que o Ser aí mencionado é Cristo.

      Deus te abençoe com a plenitude do Espírito.

  • rodrigo souza figueiredo disse:

    segundo o rabino Alan Unterman, em seu “dicionário judaico de lendas e tradições” Miguel é Arcanjo da mais alta hierarquia, Príncipe da água e anjo de prata. no período bíblico anunciou a Sara que ela daria à luz Isaac, ordenou a Abraão na Akedá que não sacrificasse seu filho, lutou com Jacó e alimentou os israelitas durante suas perambulações no deserto. Miguel é o celestial Príncipe de Israel que atua como advogado do povo judeu e apresenta as preces do homem perante Deus. sua posição é à direita do Trono da Glória, e ao lado direito do homem. está associado a Gabriel, Rafael e Uriel mas é superior a eles, porque voa para cumprir suas missões com um movimento só, e eles com dois. seu principal inimigo é samael, um anjo caído que lidera as forças do mal (Satanás) e faz acusações a Israel no céu. é Miguel quem acompanha os devotos ao céu após a morte, e faz oferenda de suas almas no altar celestial. na verdade seria Miguel, o sumo sacerdote celestial e na idade do messias ele fará soar o shofar na ressurreição dos mortos. isto é há razões para acreditar que Miguel é um anjo criado mas há muitas razões e suficientes para acreditar que ele é o próprio Cristo pré-encarnado, isto é, Deus.

  • Tony Castro disse:

    Bom dia, você disse integrando a trindade, esta tudo na bíblia.
    Onde a Bíblia cita a palavra trindade?
    Faça uma pesquisa e descubra desde qd e onde surgiu a trindade.
    a Trindade veio do paganismo, será que cristãos verdadeiros aceitariam uma tese pagã??? criada por um imperador que adorava o deus sol????

    • debora disse:

      Paz, Tony!
      Embora a palavra Trindade não seja encontrada na Bíblia, também não se encontram palavras como Bíblia, Milênio, Teocracia e outras que igualmente não repudiamos, porque o que se busca nas Escrituras são fatos e não nomenclatura”.
      Também não são mencionadas palavras como “ascensão” e “encarnação”, doutrinas defendidas por praticamente todos os cristãos. Nem por isso deixaremos de crer na ascensão de Cristo e em sua encarnação.

      Esclareça suas dúvidas com a leitura do seguinte artigo, http://biblia.com.br/perguntas-biblicas/trindade/onde-na-biblia-e-caracterizado-a-santissima-trindade/
      Deus te abençoe com a plenitude do conhecimento!

  • Josilea Amoras disse:

    Parabéns a esta equipe de estudiosos!
    Amado Jesus,Príncipe Guardião e Guerreiro, defendei-nos no combate contra os embustes e ciladas do demônio”.
    Amém!!!

  • Mateus disse:

    muito obrigado! porque consigo estudar com os outro que não acreditam que Miguel é Jesus.

  • Irma Joana disse:

    Miguel nao é Jesus. Pelas referencias biblicas ja citadas acima vemos que Miguel é um arcanjo, um dos “primeiros principes”, assim como Gabriel e o proprio Lucifer antes de sua rebeliao e queda. Miguel é o principe celestial que protege (guardiao) do povo de Israel. Jesus é o nosso Salvador, o filho de Deus, integrando a Trindade. Esta tudo na biblia. É so ler, de preferencia em varias versoes, buscando a melhor traducao do original (pois ha versoes q geram duvidas na interpretacao). Jesus é digno de ser adorado, anjos nao. Gloria a Deus! Abs

    • debora disse:

      Paz, irmã o Joana!
      Nossa equipe que mora o site não trabalha aos fins de semana.
      Que o Eterno lhe abençoe com o Santo Espírito!

  • Carlos disse:

    Estou muito satisfeito,agora sei quem é Miguel, o nosso Rei e Príncipe da Paz o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

  • Jeferson disse:

    Miguel é Miguel, Jesus é jesus. pra mim são duas coisas completamente diferentes. Leia as cartas de Paulo e os evangelhos e verão que não há qualquer menção disso por Paulo ou Cristo. O que eu percebo é que Miguel é uma especie de príncipe (um dos primeiros, ou seja, há mais outros)do povo Judeu, uma espécie de guardião.

  • claudemir Rodrigues disse:

    Olá vcs me deixaram com dúvidas pois acreditei nos dois lados. então, afinal Miguel é Jesus ou não? me ajudem, sou novo convertido

  • Thiago Lazarini disse:

    Estive lendo sua publicação, então resolvi pesquisar.
    Na cultura judaica a palavra príncipe se refere a autoridade, (Salmos 148:11, Gênesis 36:42, Crônicas 1:54, Salmos 113:8, Salmos 68:27, Números 3:32, Mateus 9:34).
    Uma parte do texto da publicação diz: “Já em Daniel 10:13 e 21; Daniel 12:1, Miguel é chamado de “Príncipe” e “o grande Príncipe”. Em todo o restante das Escrituras, quando não aplicado a seres humanos, o título “príncipe” é usado exclusivamente para Cristo ou para Satanás, mas nunca para qualquer outro ser angelical.”. Essa parte é facilmente refutada em:
    1- E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo o principado e potestade; Colossenses 2:10 (refere-se aos seres celestiais “do bem”, ou seja, outros príncipes como Miguel).
    2- Mas o príncipe do reino da Pérsia (demônio, dá a entender que um príncipe celestial ou principado, seja anjo ou demônio é uma autoridade espiritual sobre uma determinada região, país, cidade, etc.) me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes (nem primeiro, nem único), veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia. Daniel 10:13.
    3- E ele disse: Sabes por que eu vim a ti? Agora, pois, tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia.
    Mas eu te declararei o que está registrado na escritura da verdade; e ninguém há que me anime contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe.
    Daniel 10:20-21
    4- E, despojando os principados e potestades (demônios), os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Colossenses 2:15
    5- Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Efésios 6:12
    Sempre que a bíblia se refere a Jesus como Príncipe, Messias, Senhor, etc. a palavra sempre começa em letra maiúscula e ao restante dos seres celestiais a palavra príncipe começa com letra maiúscula, exemplo:
    1- E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o Príncipe (maiúsculo se refere a Jesus) dos príncipes, mas sem mão será quebrado. Daniel 8:25
    2- Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Daniel 9:25
    3- E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. Daniel 12:1
    4- E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. Daniel 9:26
    Sendo assim não me resta dúvida que Miguel é Miguel e Jesus é Jesus.

  • welton disse:

    Tenho uma pergunta pra fazer entao: O Apocalypse foi escrito por um so autor, joao, isso é fato (rsss). Porque entao Joao usou dois nomes pra descrever um só ser, no caso, Jesus e Miguel. Se me responder isso, creio que ficarei satisfeito.

    • roberto disse:

      Olá querido irmão WELTON, Miguel significa “quem é semelhante a Deus” e é um desafio a Satanás, que desde o princípio quis ser igual ao Criador (Isaías 14:12-14). Sempre que Miguel é mencionado na Bíblia, refere-se à Pessoa de Jesus como Comandante dos exércitos celestiais em direta disputa com Satanás e os anjos maus. Para nossa felicidade eterna, Miguel sempre sai vitorioso. Leia: Judas 9; Daniel 10:13, 21;12:1; Apocalipse 12:7. Quando falamos que Miguel significa “semelhante a Deus”, no original e para a cultura hebraica, “semelhante” significa “igual” (ver João 5:18; 19:7). Miguel, portanto, seria um dos nomes de honra de Jesus, que o iguala a Deus Pai e que em nada diminui a Divindade dEle!
      Sendo Jesus chamado de “O Arcanjo” (e até de anjo algumas vezes, como veremos a seguir) nas Escrituras, isso não O torna “anjo” no sentido de criatura, assim como o fato de Ele ser chamado de cordeiro (João 1:29) e Leão (Apocalipse 5:5) não o torna animal. Da mesma forma que esses nomes simbólicos se referem a determinadas funções de Jesus, os termos “arcanjo” e “anjo” têm o mesmo propósito. Anjo significa “mensageiro” e Jesus é o “mensageiro de Deus Pai” à humanidade, o Mensageiro que comunica as boas novas de Salvação!
      Jesus é Deus no mais alto sentido e a Bíblia não deixa dúvidas quanto a isso: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”. João 1:1-3. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. João 1:14. “Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste”. Colossenses 1:15-17. “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai”. Filipenses 2:5-11.
      “Porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade.” Colossenses 2:9. (Grifo meu).

      RESPOSTAS A ALGUMAS OBJEÇÕES

      E o texto de Judas 9? Se o aplicarmos a Jesus, não estaríamos rebaixando a Sua autoridade perante Satanás?

      “Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!” Judas 1:9.
      Este texto não rebaixa a autoridade de Jesus, mas contém uma preciosa lição para nós cristãos. Cristo, mesmo sendo Deus, não respondeu ao diabo da mesma forma: não se rebaixou ao ponto de proferir palavras de difamação a satanás (ver contexto), mesmo falando com

      autoridade. A natureza perfeita de Cristo não permite que Ele faça uso do mesmo comportamento que o inimigo (proferir palavras malignas, juízo infamatório, como diz o texto – compare-o com Filipenses 2:5-8).
      Em certa ocasião, Deus Pai, mesmo sendo Todo-poderoso, não optou por expulsar de vez Satanás de Sua presença e nem mesmo o repreendeu! (ler Jó 1:6-12). Do mesmo modo que o Pai não perdeu Sua autoridade por ter permitido que Satanás dialogasse, Jesus não perde a Sua autoridade Divina pelo fato de deixar o diabo falar e por não querer (Jesus) fazer parte daquele tipo de palavreado maldoso do inimigo. Jesus é um Deus de classe.
      Leia Zacarias 3:1-8, especialmente o verso dois, e poderá confirmar que o “Anjo do Senhor” (termo usado em referência ao próprio Cristo) é Miguel em Judas 9. Basta comparar os textos.

      E Daniel 10:13? A expressão “um dos primeiros príncipes” não estaria sugerindo que há outros em igualdade a Miguel, ou seja, que este ser é um anjo mesmo?

      O fato de Jesus [Miguel] ser chamado de “um dos primeiros príncipes” não O coloca em igualdade aos demais anjos. No Céu há uma hierarquia de anjos (querubins, serafins…), cada um com um papel a desempenhar na adoração a Deus e no plano da salvação (Hebreus 1:14). Se Jesus escolheu alguns anjos para serem príncipes com Ele no governo dos demais anjos (sendo Ele o Príncipe Supremo), que problema haveria em Ele ser chamado de “um dos primeiros príncipes”? Não há dificuldades em Jesus ser o Príncipe Principal (por ser Deus) e estabelecer outros seres abaixo dEle, com o mesmo nível de governo, para dirigir os anjos; isso em nada afeta Sua autoridade Divina.
      O Pastor americano Mark Finley em seu livro Revelando os Mistérios de Daniel, pág. 125, afirma que há traduções (em inglês) que traduzem Daniel 10:13 da seguinte forma: “o primeiro dos príncipes”.
      Interessante é que não são apenas os Adventistas do Sétimo Dia que identificam Miguel com o Senhor Jesus Cristo. Comentaristas como João Calvino, Matthew Henry, entre outros, tiveram a mesma opinião!
      Também é importante salientar que a mesma Bíblia que chama a Miguel de “um dos primeiros príncipes” diz ser Ele “o vosso príncipe” (Daniel 10:21) e “o grande príncipe” (Daniel 12:1). Comparando esses textos com Isaías 9:6 e Atos 5:31, não podemos ter dúvidas de que o Ser aí mencionado é Cristo.
      Veja que 1 Tessalonicenses 4:16 relaciona a “voz do arcanjo” com a ressurreição dos santos por ocasião da volta do Senhor Jesus. Cristo mesmo declarou que os mortos sairiam da tumba ao ouvirem a SUA VOZ (João 5:28, 29). Essa é outra evidência de que Miguel tem de ser um dos nomes de honra do Salvador.
      “A literatura judaica descreve a Miguel como o mais elevado dos anjos, o verdadeiro representante de Deus, e o identifica como “anjo de Yahweh”, o qual se menciona com frequência no Antigo Testamento como um ser divino” (Dicionário Bíblico Adventista do 7º Dia [CD ROM, espanhol]).

      Se Jesus é Deus, como pode ser chamado de Arcanjo?

      Ao compreendermos o sentido etimológico da palavra “arcanjo”, o aparente problema é resolvido. No grego, “arcanjo” significa “Chefe dos Anjos”. Esse título não precisa necessariamente referir-se apenas a um ser criado, assim como ocorre com o termo “anjo” (“Mensageiro”). É aceito entre os comentaristas (inclusive não-adventistas) que Jesus Cristo é o “Anjo do Senhor” mencionado no Antigo Testamento (ver Gênesis 16:7; 18:1, 2, 13 e 19; Êxodo 3:2-5; 23:20-33; 32:34; Juízes 6:11-24; 13:21-22.
      Eis uma nota explicativa da Bíblia de Estudo Almeida:
      “O Anjo do Senhor (lit. mensageiro ou enviado) não é aqui (comentando a respeito de Êxodo 3:2) um ser distinto do próprio Deus (conferir o verso 4), mas Deus mesmo, enquanto se faz presente para comunicar uma mensagem”.
      Do mesmo modo que Cristo não se torna uma criatura ao ser chamado de “Anjo do Senhor” (na verdade Ele é o “mensageiro”, de Deus Pai à humanidade), o mesmo ocorre quando é designado de arcanjo. Sendo que Ele é o Criador, automaticamente, é o “Chefe Supremo” de todos os anjos.
      A expressão “arcanjo” aparece apenas em passagens apocalípticas, onde Cristo está em confronto direto com satanás. Não temos base bíblica suficiente para crer que esse termo aplique-se a um anjo, um ser criado. É difícil provarmos pela Bíblia a ideia de que “arcanjo” seria uma classe de anjo, mesmo que um dos significados da palavra possa ser “anjo chefe”. Como sabemos, não devemos basear um ensino apenas no significado das palavras: um conjunto de textos bíblicos que esclareçam um ponto também deve ser considerado.

      MIGUEL NO ESCRITO PROFÉTICO DE DANIEL

      O livro do profeta Daniel, a meu ver, apresenta a maior das evidências de que o nome Miguel deve obrigatoriamente ser aplicado a Cristo. Temos nesse livro grandes blocos proféticos que dão ênfase a Jesus e ao Seu reino de glória. Esses blocos proféticos nos ajudam a entender o livro, seu propósito e também a descobrir quem é o personagem principal das profecias da Bíblia. Veja:
      • No Capítulo 2, Jesus aparece como sendo a Pedra que destrói a estátua;
      • No Capítulo 7, Jesus aparece como sendo o Filho do Homem que se dirige ao Ancião de Dias (Deus Pai);
      • Nos Capítulo 8, Jesus aparece em cena como sendo o Príncipe dos Príncipes;
      • Nos Capítulos 10-12, Jesus aparece como Miguel, o libertador.
      Veja que interessante: se Miguel não fosse Jesus o sincronismo do livro de Daniel (apresentado em seus blocos proféticos) seria quebrado! Seria muito estranho imaginarmos que nos três primeiros blocos proféticos o centro é Jesus enquanto que no último o personagem principal é um ser criado!
      Todos os blocos proféticos terminam com a manifestação de Cristo e a manifestação do Seu reino. Por isso, para que o sincronismo do livro de Daniel seja mantido, Miguel tem que ser um dos nomes de Jesus. Além disso, deve-se destacar que o conflito entre o bem e o mal se dá entre Cristo (Deus) e lúcifer (criatura) e não entre dois seres criados (ver Apocalipse 12:7-9).

      CONCLUSÃO
      Com isso podemos ver que a posição Adventista a respeito do “Arcanjo Miguel”, levando em conta não apenas o sentido do termo, mas também outros textos paralelos, em nada afeta a suprema e absoluta Divindade do Senhor Jesus Cristo. Cremos na Divindade de Cristo (1 João 5:12, 20) e na Trindade, sem sombra de dúvidas! (Mateus 28:19; 2 Coríntios 13:13; Judas 1:20 e 21, etc.).
      Ouça sempre a voz do Senhor, Ele fala com você de várias formas e principalmente através da Bíblia, Ele tem vitórias maravilhosas reservadas para você, conte sempre conosco um grande abraço dos seus amigos do bíblia.

  • FABIOLA disse:

    Shalom!A Sagrada Escritura esclarece na Epístola aos Hebreus cap1:4,5,6,7,8
    13,14eCap2:5,8,9,10,14,15,16’Cristo como Filho de Deus é superior aos anjos

  • Junior Cesar Bulhoes disse:

    perfeito!!!

  • Vcs podem me ajudar enteder esta arfimaçao que Paulo em Colossenses 1:15″Ele é a imagem do Deus invisível,o primogênito de toda a criação”.-Jesus foi o primeiro a ser criado por Deus?conforme o que Paulo diz (o primogênito de toda criação?Deus abençoe inté.

  • Osmar Pires Maciel disse:

    3/5/2014 20 hs
    Por que essa confusão sobre a divindade de Jesus Cristo por possuir esse título Miguel Arcanjo?Veja oque os judeus diziam de Jesus quando realizava sua obra na terra;Jo 5:18 Por isso,pois os judeus os ainda mais procuravam matá-lo,porque não somente violava o sábado,mas também dizia que Deus era
    seu próprio pai,fazendo-se igual a Deus.
    Deus foi “forcado”a identificar a natureza de seu filho.Deus teve que provar
    pra os anjos que Miguel era Deus.
    Então, Miguel veio perante os anjos e opai disse:”Miguel tem a mesma autoridade que eu tenho e as mesas instruções que eu dou,vocês como criados,devem obedecer ao meu filho.”
    A mesma adoração dada ao pai deveria (deve)ser dada ao filho.Deus abençoi você.

  • fernando disse:

    em Isaías 9 Jesus e chamado pai da eternidade, em joão 1 o verbo(jesus) como e chamado em apocalipse, estava antes de tudo se formar, estava com Deus e era Deus. o próprio Jesus declarou sua preexistência. por favor me explica como eles são a mesma pessoa. Primeiro. miguel não e Deus , Jesus sim. Segundo miguel foi criado, Jesus( pai da eternidade) sempre existiu( joao1.1) . Terceiro se Jesus e miguel são a mesma pessoa , Jesus mentiu, então ele pecou e foi em vão sua morte e a bíblia esta errada. Como Jesus não pecou e a bíblia não tem erros . então miguel não e Jesus .

    • Instrutor disse:

      Olá querido irmão FERNANDO, Miguel significa “quem é semelhante a Deus” e é um desafio a Satanás, que desde o princípio quis ser igual ao Criador (Isaías 14:12-14). Sempre que Miguel é mencionado na Bíblia, refere-se à Pessoa de Jesus como Comandante dos exércitos celestiais em direta disputa com Satanás e os anjos maus. Para nossa felicidade eterna, Miguel sempre sai vitorioso. Leia: Judas 9; Daniel 10:13, 21;12:1; Apocalipse 12:7. Quando falamos que Miguel significa “semelhante a Deus”, no original e para a cultura hebraica, “semelhante” significa “igual” (ver João 5:18; 19:7). Miguel, portanto, seria um dos nomes de honra de Jesus, que o iguala a Deus Pai e que em nada diminui a Divindade dEle!
      Sendo Jesus chamado de “O Arcanjo” (e até de anjo algumas vezes, como veremos a seguir) nas Escrituras, isso não O torna “anjo” no sentido de criatura, assim como o fato de Ele ser chamado de cordeiro (João 1:29) e Leão (Apocalipse 5:5) não o torna animal. Da mesma forma que esses nomes simbólicos se referem a determinadas funções de Jesus, os termos “arcanjo” e “anjo” têm o mesmo propósito. Anjo significa “mensageiro” e Jesus é o “mensageiro de Deus Pai” à humanidade, o Mensageiro que comunica as boas novas de Salvação!
      Jesus é Deus no mais alto sentido e a Bíblia não deixa dúvidas quanto a isso: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”. João 1:1-3. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. João 1:14. “Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste”. Colossenses 1:15-17. “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai”. Filipenses 2:5-11.
      “Porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade.” Colossenses 2:9. (Grifo meu).

      RESPOSTAS A ALGUMAS OBJEÇÕES

      E o texto de Judas 9? Se o aplicarmos a Jesus, não estaríamos rebaixando a Sua autoridade perante Satanás?

      “Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!” Judas 1:9.
      Este texto não rebaixa a autoridade de Jesus, mas contém uma preciosa lição para nós cristãos. Cristo, mesmo sendo Deus, não respondeu ao diabo da mesma forma: não se rebaixou ao ponto de proferir palavras de difamação a satanás (ver contexto), mesmo falando com

      autoridade. A natureza perfeita de Cristo não permite que Ele faça uso do mesmo comportamento que o inimigo (proferir palavras malignas, juízo infamatório, como diz o texto – compare-o com Filipenses 2:5-8).
      Em certa ocasião, Deus Pai, mesmo sendo Todo-poderoso, não optou por expulsar de vez Satanás de Sua presença e nem mesmo o repreendeu! (ler Jó 1:6-12). Do mesmo modo que o Pai não perdeu Sua autoridade por ter permitido que Satanás dialogasse, Jesus não perde a Sua autoridade Divina pelo fato de deixar o diabo falar e por não querer (Jesus) fazer parte daquele tipo de palavreado maldoso do inimigo. Jesus é um Deus de classe.
      Leia Zacarias 3:1-8, especialmente o verso dois, e poderá confirmar que o “Anjo do Senhor” (termo usado em referência ao próprio Cristo) é Miguel em Judas 9. Basta comparar os textos.

      E Daniel 10:13? A expressão “um dos primeiros príncipes” não estaria sugerindo que há outros em igualdade a Miguel, ou seja, que este ser é um anjo mesmo?

      O fato de Jesus [Miguel] ser chamado de “um dos primeiros príncipes” não O coloca em igualdade aos demais anjos. No Céu há uma hierarquia de anjos (querubins, serafins…), cada um com um papel a desempenhar na adoração a Deus e no plano da salvação (Hebreus 1:14). Se Jesus escolheu alguns anjos para serem príncipes com Ele no governo dos demais anjos (sendo Ele o Príncipe Supremo), que problema haveria em Ele ser chamado de “um dos primeiros príncipes”? Não há dificuldades em Jesus ser o Príncipe Principal (por ser Deus) e estabelecer outros seres abaixo dEle, com o mesmo nível de governo, para dirigir os anjos; isso em nada afeta Sua autoridade Divina.
      O Pastor americano Mark Finley em seu livro Revelando os Mistérios de Daniel, pág. 125, afirma que há traduções (em inglês) que traduzem Daniel 10:13 da seguinte forma: “o primeiro dos príncipes”.
      Interessante é que não são apenas os Adventistas do Sétimo Dia que identificam Miguel com o Senhor Jesus Cristo. Comentaristas como João Calvino, Matthew Henry, entre outros, tiveram a mesma opinião!
      Também é importante salientar que a mesma Bíblia que chama a Miguel de “um dos primeiros príncipes” diz ser Ele “o vosso príncipe” (Daniel 10:21) e “o grande príncipe” (Daniel 12:1). Comparando esses textos com Isaías 9:6 e Atos 5:31, não podemos ter dúvidas de que o Ser aí mencionado é Cristo.
      Veja que 1 Tessalonicenses 4:16 relaciona a “voz do arcanjo” com a ressurreição dos santos por ocasião da volta do Senhor Jesus. Cristo mesmo declarou que os mortos sairiam da tumba ao ouvirem a SUA VOZ (João 5:28, 29). Essa é outra evidência de que Miguel tem de ser um dos nomes de honra do Salvador.
      “A literatura judaica descreve a Miguel como o mais elevado dos anjos, o verdadeiro representante de Deus, e o identifica como “anjo de Yahweh”, o qual se menciona com frequência no Antigo Testamento como um ser divino” (Dicionário Bíblico Adventista do 7º Dia [CD ROM, espanhol]).

      Se Jesus é Deus, como pode ser chamado de Arcanjo?

      Ao compreendermos o sentido etimológico da palavra “arcanjo”, o aparente problema é resolvido. No grego, “arcanjo” significa “Chefe dos Anjos”. Esse título não precisa necessariamente referir-se apenas a um ser criado, assim como ocorre com o termo “anjo” (“Mensageiro”). É aceito entre os comentaristas (inclusive não-adventistas) que Jesus Cristo é o “Anjo do Senhor” mencionado no Antigo Testamento (ver Gênesis 16:7; 18:1, 2, 13 e 19; Êxodo 3:2-5; 23:20-33; 32:34; Juízes 6:11-24; 13:21-22.
      Eis uma nota explicativa da Bíblia de Estudo Almeida:
      “O Anjo do Senhor (lit. mensageiro ou enviado) não é aqui (comentando a respeito de Êxodo 3:2) um ser distinto do próprio Deus (conferir o verso 4), mas Deus mesmo, enquanto se faz presente para comunicar uma mensagem”.
      Do mesmo modo que Cristo não se torna uma criatura ao ser chamado de “Anjo do Senhor” (na verdade Ele é o “mensageiro”, de Deus Pai à humanidade), o mesmo ocorre quando é designado de arcanjo. Sendo que Ele é o Criador, automaticamente, é o “Chefe Supremo” de todos os anjos.
      A expressão “arcanjo” aparece apenas em passagens apocalípticas, onde Cristo está em confronto direto com satanás. Não temos base bíblica suficiente para crer que esse termo aplique-se a um anjo, um ser criado. É difícil provarmos pela Bíblia a ideia de que “arcanjo” seria uma classe de anjo, mesmo que um dos significados da palavra possa ser “anjo chefe”. Como sabemos, não devemos basear um ensino apenas no significado das palavras: um conjunto de textos bíblicos que esclareçam um ponto também deve ser considerado.

      MIGUEL NO ESCRITO PROFÉTICO DE DANIEL

      O livro do profeta Daniel, a meu ver, apresenta a maior das evidências de que o nome Miguel deve obrigatoriamente ser aplicado a Cristo. Temos nesse livro grandes blocos proféticos que dão ênfase a Jesus e ao Seu reino de glória. Esses blocos proféticos nos ajudam a entender o livro, seu propósito e também a descobrir quem é o personagem principal das profecias da Bíblia. Veja:
      • No Capítulo 2, Jesus aparece como sendo a Pedra que destrói a estátua;
      • No Capítulo 7, Jesus aparece como sendo o Filho do Homem que se dirige ao Ancião de Dias (Deus Pai);
      • Nos Capítulo 8, Jesus aparece em cena como sendo o Príncipe dos Príncipes;
      • Nos Capítulos 10-12, Jesus aparece como Miguel, o libertador.
      Veja que interessante: se Miguel não fosse Jesus o sincronismo do livro de Daniel (apresentado em seus blocos proféticos) seria quebrado! Seria muito estranho imaginarmos que nos três primeiros blocos proféticos o centro é Jesus enquanto que no último o personagem principal é um ser criado!
      Todos os blocos proféticos terminam com a manifestação de Cristo e a manifestação do Seu reino. Por isso, para que o sincronismo do livro de Daniel seja mantido, Miguel tem que ser um dos nomes de Jesus. Além disso, deve-se destacar que o conflito entre o bem e o mal se dá entre Cristo (Deus) e lúcifer (criatura) e não entre dois seres criados (ver Apocalipse 12:7-9).

      CONCLUSÃO
      Com isso podemos ver que a posição Adventista a respeito do “Arcanjo Miguel”, levando em conta não apenas o sentido do termo, mas também outros textos paralelos, em nada afeta a suprema e absoluta Divindade do Senhor Jesus Cristo. Cremos na Divindade de Cristo (1 João 5:12, 20) e na Trindade, sem sombra de dúvidas! (Mateus 28:19; 2 Coríntios 13:13; Judas 1:20 e 21, etc.).
      Estaremos aguardando sua opinião, saiba que tem novos amigos com quem poderá contar sempre, que Deus te abençoe muito, um grande abraço da equipe do BÍBLIA.

  • gustavo disse:

    A POUCO TEMPO MINHA ESPOSA DESCOBRIU QUE ESTAVA GRAVIDA, QUE FELICIDADE! DEUS NOS ABENCOU COM UM MENINO,COMO ESSA BENCA NOS PEGOU DE SUPRESA , QUAL NOME DEVERIA MOS DAR AO BEBE;DEPOIS DE PENSAR EM MUITO, O NOME QUE TOCOU MEU CORACAO FOI ( MIGUEL ) QUE SIGINIFICA.. AQUELE COMO DEUS OU AQUELE QUE ANDA AO LADO DE DEUS ….. MIGUEL! LUZ NA NOSSAS VIDAS, QUE VC VENHA COM MUITO AMOR PAZ E SABEDORIA …ASS GUGA ..PAI…30/05/2013 .

  • romeu disse:

    muito bom os paralelismos encontrados; mas precisa ser mas profundo recorrer mas ao original; gostei muito. e aprendi bastante obrigado;

    • Instrutor disse:

      Parabéns querido irmão, continue firme estudando a Palavra de Deus, saiba que você é muito especial para Deus e para nós também, conte sempre conosco, você tem um novo amigo para toda e qualquer dúvida, que Deus te abençoe muito.

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