Dicionário Bíblico

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laada

hebraico: posto em ordem

laade

hebraico: opressão

laai-roi

hebraico: poço do que vive

laama

hebraico: lugar de luz

laamas

hebraico: lugar de luz

laba

hebraico: branco, limpo

labão

branco

labão e labã

Branco. l. Era irmão de Rebeca, mulher de isaque. Como era pai de Lia e Raquel, vinham, portanto, estas a ser primas de Jacó. E com este seu primo casaram as filhas de Labão. o tio de Jacó tinha tomado uma parte proeminente nos desponsórios da sua irmã com isaque (Gn 24.10, 29 a 60; 27.43; 29.5). Era homem astuto e cobiçoso, como se depreende principalmente das suas relações com Jacó e do que aconteceu com o casamento de Lia e Raquel (Gn 29 e 30). (*veja Jacó, Jegar-Saaduta.) 2. Lugar nas vizinhanças de um acampamento israelita, talvez o mesmo que Libna 2 (Dt 1.1).

labor

Trabalho

lacum

hebraico: obstrução

lada

hebraico: ordem

ladrar

Proferir com violência: Ladrar maldições, pragas etc.

ladrões (os dois)

Aqueles homens, que apareceram na cena da crucificação, não eram simples ladrões, mas salteadores ou bandidos, fazendo parte dos terríveis bandos que infestavam a Palestina nesse tempo. A parábola do Bom Samaritano nos mostra como era comum serem por eles atacados e roubados os viajantes, mesmo na grande estrada que ia de Jerusalém a Jericó (Lc 10.30). Era necessário empregar a força armada para os acometer (Lc 22.52). Muitas vezes, como no caso de Barrabás, a vida desses turbulentos salteadores estava em conexão com um zelo fanático pela liberdade, sendo transformado o saque numa popular insurreição (Mc 15.7). Para crimes desta espécie era a crucificação a pena aplicada.

lael

hebraico: consagrado a Deus

lagar

Grande tonel ou tanque em que várias pessoas podiam trabalhar juntas pisando as uvas. Com isso espremiam o suco, que então era coletado em vasilhames.

lagar de vinho

Cada vinha tinha o seu próprio lagar de vinho, que em geral era uma cisterna feita na rocha, com cerca de 2,40m de comprimento por 1,50m de largura. Tinha em baixo uma abertura, donde corria o mosto para uma cuba que ficava mais baixa. Estas duas partes se distinguem claramente em Jl 3.13. Toda a adega tinha uma cobertura de colmo, de cujos barrotes estavam suspensas umas cordas, nas quais se seguravam os operários, que de corpo nu pisavam as uvas, que dos cestos eram lançadas para os balseiros. o trabalho de pisar as uvas era violento mas dava alegria aos trabalhadores, que no seu afã iam cantando, havendo também o toque de instrumentos musicais (is 16.9 – Jr 25.30 – 48.32,33). Em sentido figurado, a vindima, o rebusco, e o pisar das uvas significavam fortes batalhas e grandes violências(is 17.6 -63.1 a 3 – Jr 49.9 – Lm 1.15). (*veja Vinha.)

lagarto

os lagartos achavam-se incluídos entre os animais impuros que rastejam pela terra: eram proibidos na alimentação (Lv 11.30). Há abundância deles na Palestina.

lago de fogo

No sentido literal, o lago de fogo só existirá após o período dos mil anos. Isto é muito claro nas Escrituras:

“Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo”. (Apocalipse 20:14 RA).

Leia o contexto da passagem e verá que tal lago de fogo será “após o período dos mil anos” que passaremos no céu, e não antes disto. Quando a Bíblia usa a palavra inferno no sentido de fogo o faz referindo-se ao lago de fogo no fim; e este lago, não será eterno.

Deve-se ressaltar também que este texto diz que a morte e o inferno serão lançados no lago de fogo. Se tomarmos este texto como sendo literal, teremos de admitir que a morte é alguém e que Deus irá lançar fogo dentro do fogo (pois diz que o inferno será lançado no lago de fogo); tal seria um disparate.

“Ao mesmo tempo em que é evidente que os ímpios sofrerão uma terrível sorte, com punição e tormento correspondentes a sua culpa, também é certo que haverá um fim do pecado e pecadores. Um inferno ardendo eternamente cheio de criaturas histéricas, que blasfemam, e incessantemente atormentadas seria uma perpetuação e não um fim ao pecado e ao sofrimento. Em vez de pôr fim à tragédia humana, seria uma terrível perpetuação e aumento dela, sem finalidade e sem propósito”[4].

O sofrimento de alguns pecadores ao queimarem sem dúvida durará um período de vários dias e noites (Ap 20:10), porque cada pessoa ímpia será recompensada “conforme as suas obras” (Mateus 16:27). Sendo assim, o diabo demorará mais tempo do que os outros, pois seus pecados foram um maior proporção do que os pecados de qualquer outro; mas a Bíblia não diz que ele será atormentado pela eternidade, pois o livro sagrado afirma:

“… os ímpios serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo… Pisareis os perversos, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos”. (Malaquias 4:1-3).

lago de genesare

hebraico: mar de Quinerete ou Galiléia, harpa

lais

Leão. 1. Cidade dos sidônios na extremidade norte da Palestina – a qual também se chamava Lesém (Js 19.47) – e mais tarde Dã (Jz 18.7,29). Ali esteve depositada a imagem de Mica, e depois disto um dos bezerros de Jeroboão. Agora o seu nome é Banias. 2. Um benjamita, cujo filho, Palti, ou Paltiel, veio a ser o marido de Mical, mulher de Davi (1 Sm 25.44 – 2 Sm 3.15). 3. Uma vila ao norte de Jerusalém (is 10.30). Talvez a moderna isawiye, três quilômetros ao nordeste da cidade.

laisa

Democrática (grego), leoa (hebraico)

lamede

20 letra do alfabeto

lamentação

Cântico ou poesia de tristeza, grito de aflição (muitas vezes reconhecimento de condenação). O livro de Lamentações se compõe de cinco desses poemas de lamento

lamentações

livro de Jeremias, sentimento de tristeza

lamentações de jeremias

As lamentaçõesde Jeremias constam de cinco poemas. Estes poemas, à exceção do último, são no original hebraico acrósticos alfabéticos, começando cada estância com uma nova letra. o terceiro tem ainda a particularidade de principiarem todas as três linhas de cada estância pela mesma letra. o quinto poema não é um acróstico, embora tenha, como os outros, vinte e duas estâncias. A autoria do livro é uniformemente atribuída por antigas autoridades ao profeta Jeremias, embora no original hebraico não venha o seu nome. A versão dos Setenta tem uma nota, explicando que ‘Jeremias…fez esta lamentação sobre Jerusalém, e disse’. A elegia sobre Josias, que é atribuída a Jeremias em 2 Cr 35.25, e à qual se refere Josefo (Antig. X.5) como tendo permanecido até ao seu tempo, é, talvez, uma referência às Lamentações. A DATA dos poemas, se eles são de Jeremias, deve ter sido a daquele tempo que imediatamente se seguiu à queda de Jerusalém – mas, se é outro o autor, foram então escritos em qualquer ocasião antes da volta do cativeiro. os assuntos do livro: (1) a miséria da cidade destruída, e é confessada a sua culpa e a justiça do julgamento divino – (2) a miséria da cidade, descrita com expressões ainda mais lastimosas – (3) a lamentação pelas desgraças dos povos, seguindo-se firmes palavras sobre a compaixão e justiça de Deus, e uma oração pedindo o Seu auxilio – (4) ainda uma confissão do pecado – (5) mais uma vez são expostos os infortúnios do povo judeu, e, por fim, vem uma oração implorando a misericórdia de Deus.

lameque

1. Era descendente de Caim, e foi o primeiro polígamo. Teve duas mulheres, Ada e Zilá. o seu cântico são palavras de triunfo na posse da espada (Gn 4.18 a 24). 2. Um descendente de Sete, e pai de Noé (Gn 5.28).

lami

hebraico: guerreiro comedor

lamia

hebraico: fantasma ou chacais

lâmpada

A primeira referência ao candeeiro acha-se naquele notável episódio em que se fala do ‘fogareiro fumegante, e uma tocha de fogo’, isto é, da tocha que ratificou o pacto com Abraão (Gn 15.17), simbolizando a presença ardente de Deus. As lâmpadas de Êx 25.37, 2 Cr 4.20, 13.11, e em Zc 4.2 significam aquela parte do candeeiro que dá luz. As lâmpadas do tabernáculo eram acesas todas as tardes, e limpas todas as manhãs (Êx 30.7,8). As casas do oriente foram, desde a mais remota antigüidade, alumiadas por meio de candeeiros que eram postos sobre grandes veladores, que assentavam no chão. As casas do Egito, em tempos modernos, nunca se acham sem luz – toda a noite estão acesas as lâmpadas em todos os quartos ocupados. A gente mais pobre preferiria restringir a alimentação a ficar sem luz. isto torna mais enérgicas as expressões em Jó 18.5,6 e 21.17. Uma lâmpada brilhante é símbolo de prosperidade (Jó 29.2,3). As lâmpadas de Jz 7.16,20 eram tochas acesas. Para conservar a chama não se usa somente o azeite no oriente, mas também se emprega o pez, a nafta e a cera. Algumas vezes torcidas de algodão, embebidas nestas substâncias combustíveis, substituem as lâmpadas. E em certos casos é costume levar um vaso de azeite, numa das mãos, e a lâmpada com trapos oleosos de algodão na outra. Também se usam candeeiros volantes. o transeunte de noite precisa de uma lâmpada, porque mesmo nas cidades as ruas são muito escabrosas (Sl 119.105). (*veja Casamento, Cerimônias de.)

lamuel

consagrado a Deus