Mas o rei se regozijará em Deus; todo o que por ele jura se gloriará, porque será tapada a boca aos que falam a mentira. - SALMOS 63:11

Riram do impossível

Publicado em: 22/08/2012  |   0:00
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Considere o caso de Sara. Ela está em seus anos dourados, mas Deus lhe promete um filho. Fica extasiada. Visita a loja de futuras mamães e compra alguns vestidos. Planeja o chá de bebê e reforma sua tenda… Mas não há filho algum. Come alguns bolos de aniversário e sopra um monte de velinhas… Ainda não há filho. Passa por uma década de calendários de parede… E ainda não há filho.

Finalmente, catorze anos mais tarde, quando Abraão já tem quase cem anos e Sara noventa… quando Abraão deixou de ouvir os conselhos de Sarai, e quando ela já não mais lhe dá qualquer orientação… quando o papel de parede do quarto do bebê está desbotado e os móveis infantis estão fora de moda… quando o assunto do filho prometido traz suspiros e lágrimas e um demorado olhar em direção a um céu silencioso… Deus lhes faz uma visita e pede que escolham um nome para o seu filho.

Abraão e Sara têm a mesma reação: o riso. Alegram-se, porque isso é bom demais para ser verdade; e porque poderia acontecer. Riem porque desistiram de ter esperança, e a esperança renascida é sempre engraçada antes de ser real.

Riem, porque isso é o que fazemos quando alguém diz que pode realizar o impossível. Riem um pouco de Deus, e muito com Deus – porque Deus ri também. Então, com o sorriso ainda no seu rosto, o Senhor se ocupa em realizar o que faz de melhor – o inacreditável…

Deus muda sua fé. Muda o valor na sua dedução de impostos. Muda a maneira como definem a palavra “impossível”. E, acima de tudo, muda a atitude de Sara em relação à sua confiança em Deus. (Max Lucado)

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