Abriram covas para mim os soberbos, que não andam segundo a tua lei. - SALMOS 119:85

Quando o desastre faz bem

Publicado em: 21/04/2013  |   0:00
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sofrerO exílio foi “o crisol da fé do povo de Israel”. Eles foram empurrados à margem da existência, onde pensavam estar por um triz, na verdade descobriram que haviam sido puxados para o centro, onde Deus estava. Eles experimentaram não a mera sobrevivência, mas a vida abundante. Viam agora a sua vida anterior como subsistência, uma existência marginal, absorta em consumo e moda, ritual vazio e exploração insensível. O exílio impulsionou-os da margem da vida para o vórtice, onde todos os assuntos de vida e morte, amor e significado, propósito e valor, formavam o cotidiano dinâmico, as realidades que demandam em participação do futuro de Deus com eles.

Observe o acontecimento. O exílio é o pior que revela o melhor. “É difícil acreditar”, diz Faulkner, “mas o desastre parece fazer bem às pessoas”. Quando o supérfluo é tirado, encontramos o essencial – e o essencial é Deus…

Todos nós recebemos momentos, dias, meses, anos de exílio. O que faremos com eles? Desejar estar em outro lugar? Reclamar? Fugir por meio de fantasias? Entorpecer-nos no esquecimento? Ou construir, plantar, casar, e buscar a paz do lugar onde habitamos e das pessoas com quem vivemos? O exílio revela o que realmente importa, e nos liberta para nos ocuparmos do que realmente importa, que é buscar ao Senhor de todo o coração. (Extraído da obra Run with the Horses, de Eugene Peterson).

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