Ó Deus, tu és o meu Deus; ansiosamente te busco. A minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água. - SALMOS 63:1

As duas faces do ecumenismo

Publicado em: 11/11/2014  |   21:43
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Ecumenismo Para alguns cristãos, o termo “ecumenismo” é uma palavra repugnante. Muito frequentemente, essa atitude tem levado à intolerância doutrinária e relacional para com outros cristãos. A apatia resultante e o desinteresse em relação a outros cristãos são justificados por meio de argumentos vagos como “permanecer em defesa da verdade” ou “evitar compromisso”. Mas, muitas vezes, tal apatia representa simplesmente má vontade em ir além da familiar e rotineira zona de conforto. Ou, pior, pode ser motivada por um senso de elitismo, até mesmo fanatismo, em relação a outros cristãos. A fim de evitar essas barreiras à cordialidade, necessitamos pensar cuidadosamente a respeito de nossa visão da igreja de Deus nos aspectos visível e invisível. Porém, temos que ser muito cuidadosos na abordagem desse tema. Um cuidadoso estudo de nossa história e nossos ensinamentos mostrará que há um ecumenismo positivo e outro nocivo. O positivo diz respeito à consideração, ao cuidado, apoio prático que deve haver entre os cristãos. O ecumenismo nocivo é uma busca mais formal, ideológica, por uma unidade institucional e doutrinária. Vamos analisar as duas formas.

O lado positivo Muitos de nós talvez fiquemos surpresos ao aprender que nossas crenças fundamentais reconhecem a validade da igreja ecumênica. Os dicionários definem a palavra ecumênico como significando literalmente universal. Nossa crença fundamental número 12, “O remanescente e sua missão”, começa com estas palavras: “A igreja universal se compõe de todos os que verdadeiramente creem em Cristo.”1 Essa declaração reconhece que Cristo tem cristãos fiéis em muitos lugares, incluindo o espectro das denominações cristãs. Porém, não devemos nos esquecer de acrescentar estas linhas: “mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”2

Na verdade, cremos na função especial que tem um remanescente visível, com “Ninguém recebeu até agora o sinal da besta. Ainda não chegou o tempo de prova. Há cristãos verdadeiros em todas as igrejas, inclusive na comunidade católico-romana. Ninguém é condenado sem que haja recebido iluminação nem se compenetrado da obrigatoriedade do quarto mandamento.” “Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se lhe tenha apresentado ao espírito e consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz. Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao desfecho da controvérsia.”

“Deve-se dispensar o mais prudente e mais firme trabalho aos pastores que não pertencem à nossa fé. Muitos há que não sabem nada melhor do que serem desviados por pastores de outras igrejas. Orem e trabalhem obreiros fiéis, tementes a Deus e fervorosos…, orem e trabalhem, digo, pelos pastores sinceros que foram ensinados a interpretar mal a Palavra da Vida. Muitos pastores que agora pregam o erro hão de pregar a verdade para este tempo.” 18 ministério uma mensagem e missão especiais. Entretanto, nunca ensinamos que a realidade desse remanescente nega a existência da igreja universal, invisível. Ao contrário, nossos pioneiros sempre reconheceram que, de acordo com Ellen G. White, “há cristãos verdadeiros em todas as igrejas, inclusive na comunidade católico-romana”.3

O movimento adventista do século 19 foi um dos movimentos verdadeiramente ecumênicos dos tempos modernos. Guilherme Miller era batista, mas pregava sua mensagem do advento em igrejas de muitas denominações. Inicialmente, aqueles que se tornavam adventistas não deixavam essas igrejas, mas, em muitos lugares, foram eventualmente forçados a sair. À medida que o movimento crescia, ganhava representantes de quase todas as denominações americanas – metodistas, batistas, presbiterianos, congregacionalistas e conexão cristã. Depois do desapontamento de 1844, o movimento adventista, que se tornou Igreja Adventista do Sétimo Dia, foi composto de ex-membros daquelas igrejas.

Alguns mantêm a visão de que nossos pioneiros se sentaram em uma sala com a Bíblia nas mãos e montaram um conjunto inteiramente novo de crenças e práticas, reconstruindo a igreja do Novo Testamento a partir do zero. A realidade é que os primeiros adventistas tomaram crenças e práticas de uma variedade de grupos, esquadrinharam-nas através do filtro bíblico, adotando e adaptando aquelas que foram aprovadas nesse teste. De fato, algumas de nossas práticas litúrgicas não estão ordenadas nem mesmo descritas na Bíblia, mas foram adaptadas de outras igrejas cristãs. Entre elas estão as reuniões de oração semanais, Escola Sabatina, reuniões campais, a ordem litúrgica, coleta de ofertas, Santa Ceia trimestral, e outras que afetam nosso culto e práticas de testemunhar.

Os adventistas do sétimo dia são, eles mesmos, o resultado de um verdadeiro movimento ecumênico bíblico. As mensagens angélicas Alguns poderiam argumentar que, com o início da pregação das três mensagens angélicas de Apocalipse 14, no fim dos anos 1840 (incluindo a mensagem do segundo anjo sobre a queda de Babilônia), não mais pode haver associação com outras igrejas cristãs que compõem a Babilônia caída. Essa simplesmente não foi a compreensão dos nossos pioneiros. Em vez disso, eles foram ativos em compartilhar com outros cristãos pontos em comum, principalmente contra a escravidão e em favor da temperança e da liberdade religiosa. Ellen G. White falou a grandes audiências de não adventistas, defendendo leis de temperança, assim como pregou em púlpitos de igrejas de outras denominações.

Além disso, ela usou comentários bíblicos e livros religiosos escritos por outros cristãos depois de 1844, chegando a se referir a alguns comentários não adventistas de seu tempo como estando entre seus “melhores livros”.4 Dirigindo-se aos pastores adventistas, estimulando-os a se envolverem no trabalho pessoal em favor de outros pastores, ela escreveu: “Nossos pastores devem procurar aproximar-se dos pastores de outras denominações. Orem por esses homens e com eles, por quem Cristo está fazendo intercessão. Pesa sobre eles solene responsabilidade. Como mensageiros de Cristo, cumpre-nos manifestar profundo e fervoroso interesse nesses pastores do rebanho.”5 Dois pontos merecem ser especialmente notados: Primeiro, devemos orar “por esses homens e com eles”.

Aqui, a preposição “com” implica não apenas preocupação evangelística, mas também companheirismo. Segundo, devemos notar seu reconhecimento de que esses pastores também são “pastores do rebanho”. Essa fraseologia é o reconhecimento de que esses pastores de outras denominações também estão velando sobre “o rebanho” de Cristo. Como isso deve ser compreendido à luz da mensagem do segundo anjo, que anuncia a queda de Babilônia? O quarto anjo de Apocalipse 18 indica que Babilônia terá caído completamente quando ela estiver comprometida com os poderes comerciais e civis do mundo, e usar as forças civis para fins religiosos. Ellen G. White e os pioneiros compreendiam a mensagem do quarto anjo como estando ainda no futuro, e que Babilônia, ao cair, continua a abrigar fiéis cristãos com os quais podemos e devemos nos relacionar. Somente quando esses cristãos usarem o poder estatal a fim de perseguir aqueles dos quais discordam em questões espirituais, teremos chegado ao ponto em que não mais podemos conviver em harmonia.6 A análise contextual do capítulo evidencia que, mesmo em nossos dias, a mensagem do quarto anjo ainda está no futuro. Assim sendo, muitos pastores adventistas estão envolvidos, e muitos outros deveriam estar empenhados em visitar pastores de outras denominações e orar com eles. Esse relacionamento também serve como base para um trabalho conjunto em assuntos comunitários, como liberdade religiosa, criacionismo, igualdade racial, família e casamento. Isso enfatiza o fato de que o ecumenismo prático é uma questão local envolvendo assuntos comunitários. Justiça social enraizada no evangelho e na vinda de Cristo foi a base do ecumenismo adventista histórico. Temperança, combate à escravidão e liberdade religiosa foram esforços destinados a proteger e afirmar pobres, fracos, jovens e marginalizados. Os adventistas necessitam ser despertados e novamente inspirados para esse tipo de esforço interdenominacional bem orientado.

O lado negativo Evidentemente, também houve limites no ecumenismo adventista dos pioneiros, particularmente no que se refere ao ecumenismo ideológico formal. Um claro exemplo histórico desses limites foi a Conferência Missionária Mundial de 1910, realizada em Edimburgo, Escócia. Os adventistas assistiram a esse evento e participaram das reuniões, mas se recusaram a apoiar a divisão de campos missionários mundiais entre as várias denominações.7 Essa recusa pode ter parecido uma atitude mesquinha, sectária e arrogante, mas podemos firmemente garantir que o Senhor não abençoaria os resultados de uma concordância. Sem essa recusa, é improvável que os adventistas do sétimo dia se tornassem a denominação evangélica mais difundida no mundo, com mais de 17 milhões de membros em mais de 200 países, operando o mais disseminado sistema educacional e médico no mundo. Humildemente, reconhecemos que o poder de Deus faz com que as pequenas coisas se tornem muito grandes, e devemos estar sempre atentos às advertências contra a jactância de nos acharmos “ricos e abastados” (Ap 3:17). Por si mesmo, o crescimento não é prova de que estamos certos, embora a falta dele provavelmente evidencie que estejamos indo na direção errada. De todo modo, há duas questões importantes diante de nós: Por que o adventismo resistiu à divisão do campo missionário?

Qual é o princípio que levou à recusa e que também pode limitar nosso envolvimento no movimento ecumênico formal de hoje? Sábado e ecumenismo Uma razão fundamental para essa dificuldade se centraliza em nossa crença de que o sétimo dia, o sábado, é o dia do Senhor. O sábado ergue barreiras históricas, proféticas, teológicas e práticas ao nosso pleno envolvimento com o moderno movimento ecumênico. Em primeiro lugar, como assunto prático, nosso dia especial de adoração cria uma barreira ao culto regular com outros grupos cristãos. Esses grupos podem se reunir, sem problemas, para o culto de adoração. Mas o compromisso central de nosso culto é que ele se realiza em um dia em que poucas igrejas também se reúnem para adorar. Podemos até realizar e assistir cultos em outros dias, por causa de algum evento especial, assim como outros cristãos podem fazer o mesmo no sábado. Mas essa não é a prática rotineira. Em segundo lugar, nossa observância do sábado nos tem dado grande sensibilidade para com a situação das minorias religiosas que têm sido perseguidas pelo fato de manterem crenças diferentes das tendências atuais da maioria. O antissemitismo tem uma longa e desafortunada história na Europa e na América, e frequentemente a marca da intolerância inclui a observância do sábado. Depois do início da Reforma, luteranos, calvinistas e católicos se uniram na perseguição e no assassinato de anabatistas, por causa das crenças deles. Alguns anabatistas observavam o sábado do sétimo dia e foram objeto de perseguição por causa dessa prática. Na América do fim do século 19, adventistas foram penalizados e encarcerados por transgredirem leis dominicais.8 Acreditava-se que os grupos minoritários poderiam ser pressionados a aceitar as crenças da maioria, ou talvez a minimizar crenças não defendidas por essa maioria. Diante disso, quando cristãos começaram a se reunir em grupos, propondo unidade nos pontos em comum, os adventistas ficaram preocupados. Na verdade, como adventistas, cremos que, em algum ponto no futuro, certas práticas de culto mantidas pela maioria serão impostas por meio de leis governamentais. Assim, somos firmemente refratários a projetos direcionados a buscar unidade por meio do jogo da minimização teológica ou doutrinária. Temos crenças fundamentais, distintivas, como o sábado, que a História nos mostra ser vulnerável à minimização por parte de outros cristãos. Em terceiro lugar, encontramos no sábado uma autoridade teológica inerente. Cremos que o sábado não é simplesmente um dia da semana, mas uma expressão da amorável autoridade de Deus.

O sábado nos lembra de que Ele nos criou por amor. Também nos lembra, de modo especial, Sua autoridade como Criador. De que maneira o sábado é um memorial único dessa autoridade? Alguns dos dez mandamentos, como leis contra roubos, assassinatos e adultério, podem ser estabelecidos por autoridades civis, independentemente da Bíblia. Porém, o sábado do sétimo dia foi estabelecido apenas por uma ordem especial de Deus. A psicologia pode nos ensinar que seres humanos funcionam melhor e são mais saudáveis por repousarem um dia entre os sete da semana.9 Mas não pode nos dizer que o melhor dia para repousar seja o sétimo dia. Assim, ao observar o sábado como santo dia do Senhor, revelamos um sinal especial de submissão à amorável autoridade de Deus. No sábado, criação, amor e autoridade estão juntos em um expressivo símbolo de adoração. Como adventistas, não cremos que sejamos salvos por causa da observância do sábado. Mas, cremos que essa observância é um reconhecimento especial da autoridade divina, em contraste com a autoridade humana, seja ela expressa pela tradição, por um magistério ou pela vontade da maioria. O ecumenismo formal tende a dizer, pelo menos na prática, que as coisas importantes para a maioria devem ser importantes para todo o mundo. Assim, a autoridade do grupo tende a determinar quais são as doutrinas importantes e de que maneira elas são definidas. Acaso, não é assim que todas as declarações de crenças são formuladas? É verdade. Porém, à mesa adventista permanece o compromisso de tratar as Escrituras como autoridade final, a norma pela qual todas as reivindicações da razão, da História e da experiência são julgadas. Ao observarmos as denominações cristãs de hoje, vemos uma variedade de abordagens de autoridade doutrinária e ensino. Há diferentes pontos de vista sobre o papel da tradição, a importância do ensinamento do magistério, e métodos de estudo da Bíblia, como o método crítico superior, que os adventistas colocam abaixo da autoridade escriturística.

Autoridade bíblica Para os adventistas do sétimo dia, a autoridade das Escrituras provém de Deus, falando através do Espírito Santo a uma comunidade comprometida em observar o memorial semanal de Sua soberania. Isso nos faz relutantes em nos unirmos a grupos para os quais a autoridade final se encontra na tradição, nos credos, em um sacerdócio ou magistério, ou em algo como maioria na comunidade cristã. O movimento milerita, como exemplo de um verdadeiro movimento ecumênico bíblico, deve ser aplaudido. Ele estava fundamentado na busca da verdade bíblica, comprometido com a autoridade final das Escrituras, conforme executada pelo Espírito Santo na comunidade de crentes. Cremos que esse movimento ecumênico, universal, ocorrerá novamente antes da segunda vinda de Cristo e que ele incluirá “toda nação, tribo, língua e povo” (Ap 14:6). Oremos para que minha igreja, sua igreja e muitas outras igrejas tenham humildade a fim de que sejam parte desse movimento. Enquanto isso, compartilhemos nossos dons, aproximemo-nos de outros cristãos e pastores, não em busca de unidade superficial, imposta por homens, mas a unidade genuína, biblicamente fundamentada, de acordo com o “assim diz o Senhor!” Nicholas P. Miller (Andrews University). Artigo Publicado na Revista Ministério. Agosto de 2014.

Referências: 1 Nisto Cremos, p. 211.
2 Ibid.
3 Ellen G. White, Evangelismo, p. 234.
4 Herbert Douglas, A Mensageira do Senhor, capítulo 12.
5 Ellen G. White, Evangelismo, p. 562.
6 ___________, O Grande Conflito, p. 603-605.
7 F. L. Cross e E. A. Livingstone, editores, The Oxford Dictionary of the Christian Church (Oxford: Oxford University Press, 2005); George Knight, Historical Sketches of Foreign Missions (Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 2005), p. 18-26.
8 George H. Williams, The Radical Reformation (Kirksville, MO: Truman State University Press, 2000), p. 272; Bryan Ball, The Seventh- Day Men (Oxford: Clarendon Press, 1994), p. 37; W. L. Emerson, The Reformation and the Advent Movement (Hagerstown, MD: Review and Herald, 1983), p. 73-75; para descrição do aprisionamento, julgamento e condenação de adventistas do Sétimo dia, no século 19, por causa da observância do sábado, ver William A. Blakely, American State Pages and Related Documents on Freedom in Religion (Washington, DC: Review and Herald, 1949), p. 457-512.
9 Neil Nedley, Proof Positive (Amore, OK: Neil Nedley, 1999), p. 504.

5 respostas para “As duas faces do ecumenismo”

  1. Bruno Queiroz disse:

    Como devemos entender 2João 1.10 que parece colocar uma dura restrição no contato com os que pregam falsas doutrinas?

    • debora disse:

      Olá, Bruno!
      “Nesta passagem se ilustra claramente o perigo que João via nos falsos mestres. Não se devia recebe-los; era preciso fechar-lhes a porta na cara; e negar-lhes hospitalidade seria a melhor maneira de pôr termo a operações desses mestres ambulantes. João vai mais longe ainda: nem sequer se devia saúda-los na rua. Saudá-los era como mostrar a outros que a pessoa simpatizava com eles; deve mostrar-se claramente a todo mundo que a Igreja não tem entendimentos nem tolerância com aqueles cujos ensinos destroem a fé. Esta passagem parece à primeira vista contrariar tudo o que o próprio João disse sobre o amor e a caridade cristãos. (…)

      Temos que lembrar a situação. Houve uma época em que a fé dos cristãos poderia ter sido afogada e destruída pelas especulações dos hereges com sua pseudofilosofia. A própria existência da fé estava em perigo. Foi uma situação de perigo que não tem paralelos na civilização ocidental. A Igreja não ousava nem sequer parecer que contemporizava com essa destruidora corrosão da fé.
      Esta, pois — como assinala sabiamente C. H. Dodd — era uma regulamentação de emergência, e “regulamentações de emergência fazem más leis”.
      Podemos admitir a necessidade deste proceder na situação em que se achavam João e os seus, sem sustentar por isso que nós devamos tratar da mesma maneira os pensadores errados.
      E, não obstante, citando novamente a C. H. Dodd, uma tolerância muito indulgente nunca pode ser suficiente. “O problema é achar uma maneira de viver com aqueles cujas convicções diferem das nossas com relação às questões mais importantes, sem quebrantar a caridade nem ser infiéis à verdade”. Ali é onde o amor deve achar um caminho. (…)

      Nunca devemos contemporizar com os mestres do erro, mas jamais estaremos livres da obrigação de procurar conduzi-los à verdade.” 1 João (William Barclay) 23-24
      Paz!

  2. Raimundo Lima Granja disse:

    Como adventista do sétimo dia concordo com um ecumenismo verdadeiramente bíblico onde devemos nos unir embasados unicamente na BÍBLIA e não temer outras denominações que andam pregando erradamente contra o quarto mandamento dizendo que o SENHOR JESUS aboliu, sem levar em consideração o que está escrito em Tiago – 2:10 e Mateus 5:17-19.

  3. Jonatas disse:

    Edivaldo, acredito que D-S não “obriga” o homem a nada.
    Tudo o que Ele faz é dizer pra a gente qual é a vontade dEle para nossa vida. Mas a gente é quem ESCOLHE se vai seguir os “conselhos” dEle ou não. À essa oportunidade de escolha é que chamamos livre-arbítrio.
    Esse livre-arbítrio, por sinal, é o que nos permite ESCOLHER se vamos amar ou não a D-S.
    Mas vale lembrar que quem ama demonstra.
    Abraço.

  4. Edivaldo disse:

    Acreditar que Deus obriga servir a Ele em um dia determinado por Ele próprio,parece-me desconhecer que Deus deseja ser amado pelo Homem e não obrigar o homem a amá-lo. Que mérito terá o homem se for forçado amar a quem quer que seja obrigado,principalmente a Deus?

    Edivaldo Feitoza

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